CAVACOS DAS CALDAS II

DICIONÁRIO GRÁFICO BORDALIANO

alguns livros, cerâmicas, belos gatos e algo mais...



quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Palavras de Escritores


Écrire est un acte d'amour.
S'il ne l'est pas, il n'est qu'écriture.
Jean Cocteau

327.ª Página Caldense

Misericórdia das Caldas da Rainha
(Em organização)
Pagamento da quota de Setembro de 1928 pelo sócio número 24
(Herança Familiar)

326.ª Página Caldense

Centro Almirante Candido dos Reis
Sede das Comissões politicas republicanas
No ano de 1914 o cidadão Albino Antunes de Castro pagou a quota mensal de 100 réis, referente ao mês de Dezembro
(Herança Familiar)

325.ª Página Caldense

Associação nde Socorros Mútuos Rainha D. Leonor
Pagamento da quota do sócio 705, referente ao ano de 1915
(Herança familiar)

324.ª Página Caldense


Associação Humanitaria dos Bombeiros Voluntários Caldenses
Convocatória do associado 131
14 de Janeio de 1915
(Herança familiar)

323.º Página Caldense

O CAIXEIRO
Orgão dos Caixeiros do Commercio e Industria
Recibo datado de 16 de Junho de 1911
(Herança familiar)
Nota justificativa da indicação referente à herança familiar; Albino Antunes de Castro era meu Avô.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

322.ª Página Caldense


ESTREMADURA
BOLETIM DA JUNTA DE PROVÍNCIA, 1946

"O pintor José Malhoa"

"Estou-me agora a lembrar da figura originalíssima de José Malhoa, passados já os setenta anos, com a sua grande gravata e o inconfundível chapéu escuros às três pancadas, que marcou entre os chapéus exóticos qur davam nas vistas aos lisboetas do Chiado. Foi operoso pintor; legou à Nação obra fecunda, enraizada a sua pintura na sã escola paisagística de Silva Porto e cantou a terra portuguesa, nórmente a estremenha, como prodigioso mago da cor.

Linha, cor e luz harmonizaram-se em amplexos de fulgurante sinfonia nos óleos de Malhoa, posta em relevo a beleza da paisagem, que sabia contemplar estáticamente. O crepúsculo, o por do sol, os dias de chuva, o nascer da lua cheia e o encanto das manhãs - quer de verão, quer de inverno - tudo isso nos deu o artista em dezenas de telas."[...] [Pág. 281]

Ad. Faria de Castro
(Professor e antigo bolseiro do I.A.C. no estrangeiro)

[Estremadura - Boletim da Junta de Província. Série II - Número XIII. 1946. Setembro / Outubro / Novembro / Dezembro. Directores: Carlos Botelho Moniz e Guilherme Felgueiras.]

domingo, 19 de outubro de 2008

Marcadores Felinos

FRANCESCO MUSANTE
Il gatto portafortuna
ED HECH
FRANCESCO MUSANTE
Sir Porpotton

MARA COZZOLINO
Sogni d'oro

321.ª Página Caldense


CRÓNICA DOS TEMPOS IDOS
LUIZ TEIXEIRA

"O bom tempo das Caldas não morreu.

Vendo bem, acompanhou apenas a transfiguração que pôs, nas estradas, em lugar das diligências do José Paulo, os autocarros dos Capristanos; que substituiu as velhas hospedarias do Cercal e da Ota pelas pousadas do Castelo de Óbidos e de São Martinho; e fez da calma e remota vila esta recente e próspera cidade.

O que era grande e essencial, nas épocas que passaram, permanece, resiste e não se amesquinhou com o decorrer dos anos: as belas árvores, a pureza do clima, o pitoresco e a poesia dos costumes rústicos, a tradição da hospitalidade e a nobreza dos sentimentos e virtudes exemplares da gente caldense. O resto,todo esse sonho animado e frívolo que faz o fulgor ocasional da crónica dos tempos idos, desapareceu, é certo. Mas deixou na atmosfera desta terra mais do que uma nostalgia de recordações; a palpitação de uma sorridente frescura e uma bela, envolvente e estimuladora insinuação de espiritualidade...! [Pág. 35 e 36]

[Crónica dos Tempos Idos. Luiz Teixeira. Lisboa. 1954. Palestra pronunciada na noite de 25 de junho de 1954 no Rotary Clube das Caldas da Rainha.]

O meu agradecimento ao amigo Vitor Pires pela partilha desta fonte bibliográfica caldense.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

320.ª Página Caldense

POSTURA SOBRE DEFESA DO PATRIMÓNIO ARTÍSTICO, MONUMENTAL
E ARQUEOLÓGICO DO CONCELHO

"CAPÍTULO I

Bens de «Interesse Municipal»

Artigo 1.º - Consideram-se sob a protecção e vigilãncia da Câmara, no intuito de os conservar e defender, todos os elementos monumentais, arqueológicos, artísticos e paisagísticos, numismáticos, históricos ou de interesse tradicional, existentes no concelho, abrangendo todos aqueles que pelo seu valor intrinsico ou simplesmente documental e época a que respeitam, mereçam portanto ser classificados de «interesse municipal»."

[Postura Sobre Defesa do Património Artístico, Monumental e Arqueológico do Concelho (Aprovado pela Câmara Municipal em reunião de 6 de Janeiro de 1954 e pelo Conselho Municipal, em sessão ordinária de 9 de Fevereiro do mesmo ano). Entrou em vigor em 1 de Maio de 1954. Câmara Municipal das Caldas da Rainha. Minerva Caldense, Caldas da Rainha, 1954. 500 exemplares]

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

319.ª Página Caldense

O HOSPITAL DAS CALDAS DA RAINHA ATÉ AO ANO DE 1656
FREI JORGE DE SÃO PAULO - TOMO I
O HOSPITAL DAS CALDAS DA RAINHA ATÉ AO ANO DE 1656
FREI JORGE DE SÃO PAULO - TOMO II

O HOSPITAL DAS CALDAS DA RAINHA ATÉ AO ANO DE 1656
FREI JORGE DE SÃO PAULO, TOMO III

"O volume que hoje se publica sobre a história da Rainha D. Leonor e da fundação do Hospital das Caldas, é parte de uma obra notável inédita, cujo manuscrito, ocupando 1132 páginas in-folio, está guardado no cofre do Hospital das Caldas da Rainha. Essa obra, que trata os inúmeros assuntos referentes à história das Caldas, foi escrita por um provedor ilustre do Balneário da Rainha D. Leonor, Frei Jorge de São Paulo". [Palavras Prévias, I Tomo].

[O Hospital das Caldas da Rainha até ao ano de 1656. Autor: Frei Jorge de São Paulo. I Tomo, ano de edição 1967; II e III Tomos, ano de edição 1968. Edição: Academia de Ciências de Lisboa. Apresentação, fixação do texto e notas de Fernando da Silva Correia]

Nota: Hoje em dia, este manuscrito pode ser visto no Museu das Caldas e da Cidade.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

318.ª Página Caldense

Caldas da Rainha - Série Tipos e Costumes e carro de bois.
(Postal - Colecção Passaporte "LOTY")

Ao fundo: quatro fachadas, um telhado, um sem número de janelas.
Era um hotel, O Lisbonense.
A junta de bois confere ao cenário um toque de rusticidade. Gosto particularmente do barrete que o camponês à nossa esquerda, tem enfiado até às orelhas.
É o que se pode chamar um barrete bem enfiado.

Boas Vindas

Não sei porquê parece-me que existe alguma relação oculta entre os blogs e as castanhas. Aparecem em Outubro, anunciando o outono.
É um mês gostoso.

Um novo blog de uma caldense: Teresa Perdigão. Pode ser visitado em:

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Os Gatos da Custódia

PROEZAS DE D. GATO MAROTO
CUSTÓDIA DE CARVALHO E MELO
Ilustrações de Alfredo de Moraes


" ...enlaçava e desenlaçava os bilros..."

"... mas resvalou na porta de vidro e estatelou-se no chão..."

" ...agora sim, tinha-a ao seu alcance..."

"...D. Gato Maroto percebeu que a dona estava irritada..."

FIM

[Proezas de D. Gato Maroto. Custódia de Carvalho e Melo. Ilustrações de Alfredo de Moraes. Editora Livraria Progredior Porto. Sem data.]

Nota: Será este ilustrador, Alfredo de Moraes, o colaborador de Rafael Bordalo Pinheiro, que assinava com os pseudónimos de "Pan" e "Pan-Tarântula", Alfredo de Moraes Pinto?

sábado, 11 de outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

317.ª Página Caldense

DONA LEONOR «Princesa Perfeitissima»
JOÃO AMEAL

"As atenções e os carinhos do Rei para com dona Leonor surgem, a cada passo, nos relatos dos cronistas. Em primeiro lugar, se o Príncipe, durante a jornada africana (mas só casado «por palavras»), se entregou a aventuras amorosas desculpáveis, num moço vigoroso, com dezasseias anos apenas; se mais tarde, cedeu aos encantos de Dona Ana de Mendonça e fêz sofrer por isso dolorosos ciúmes à Princesa - foram meros e fugosos episódios, cujos vestígios se apagam depressa." [Páginas 114 e 115]

[Dona Leonor Princesa Perfeitissima. João Ameal. Colecção: Rainhas e Princesas de Portugal. Livraria Tavares Martins, Porto.1.ª Edição, 1943]

316.ª Página Caldense

BUSTO DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO
(trabalho do escultor Teixeira Lopes)

JOSÉ MALHOA
(Busto de Costa Sobrinho)

RAINHA D. LEONOR
(quadro de José Malhoa)

Em resposta ao amigo Luis Eme, aqui apresentamos as "Três Figuras Caldenses", na opinião de Manoel de Sousa Pinto.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

315.ª Página Caldense

TRES FIGURAS CALDENSES
MANOEL DE SOUSA PINTO

[...] Espalhou o renome das Caldas da Rainha pelo mundo. Foi o mágico reformador da sua cerâmica tradicional.

Que a pequena pátria adoptiva o perfilhou, agradecida, e sabe lembrá-lo, atesta-o o facto de lhe ter erguido um busto entre os plátanos frondosos do seu belo parque, em cujas doces sombras as horas parecem mais leves.

Foi aqui que Bordalo, falho nas bases da modelação, inexperiente dos segredos tirânicos do fogo, só preparado para o manejo prodigioso do seu lápis, produzia esse curiosíssimo fenómeno artístico, a surpreendente floração, da sua louça tão frágil e tão pitoresca.

O esforço dispendido por Bordalo, em vinte anos de audácias e invenções de incertezas financeiras e tentames de ordem técnica, foi extraordinário. Quanto mais reparamos na insuficiência da sua preparação, mais avultam os méritos do fabricante, que alguns ajudaram, mas muitos combatiam pela hostilidade declarada, pelo zumbir das calúnias, ou com essa terrível arma que é a indiferença. […] [pág. 9 e 10]

[Três Figuras Caldenses. Manoel de Sousa Pinto. Conferência realizada nas Caldas da Rainha, em 10 de Setembro de 1928, quando da homenagem a Mestre Malhoa. 1928. Edição Gazeta das Caldas. Caldas da Rainha. Composto e Impresso na Tipografia Caldense.]

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Luiz Pacheco

O TEODOLITO
LUIZ PACHECO

[O Teodolito e a Velha Casa. Autor: Luiz Pacheco. Edições Rolim. Colecção: A Hora do Lobo, n.º 6. Deste livro acabdo de imprimir a 10 de Setembro de 1985 para Edições Rolim por Minigráfica, fez-se uma edição de 1000 exemplares, com uma tiragem especial de 200 exemplares numerados e autografados pelo autor. Exemplar n.º 13.]

314.ª Página Caldense

ENTRE LISBOA E CALDAS NO SÉCULO XIX
MÁRIO TAVARES

"Francisco Gomes da Silva, secretário e biógrafoda Garret, acompanhado de um amigo, viajou para as Caldas a 12 de Novembro de 1874; partiram de Santa Apolónia, em comboio ás 6,40 minutos da manhã e chegaram ao Carregado, às 8 e meia. Tinham de Lisboa, pedido para as Caldas que mandasse um trem do José Paulo esperá-los ao Carregado,mas antes de se meterem nele almoçaram ambos lombo de porco, pão, vinho e chá; custando o almoço dos dois - três tostões.

Partiram de novo às 8 e três quartos, e depois de travessarem a região, quase na totalidade de terreno inculto, chegaram ao Cercal, onde na hospedaria do Moreira, o jantar dos dois e do cocheiro, composto por bifes, pão, vinho, maças, uvas e café, custou 10 tostões.

Prosseguindo viagem às 2 da tarde, chegaram às Caldas às 6 horas e foram alojar-se no Hotel do José Paulo. - in, Diário de Notícias, 29 de Maio a 4 de Julho de 1875." [Pág.13]

[Entre Lisboa e Caldas no século XIX. Autor: Mário Tavares. Edição. Câmara Municipal das Caldas da Rainha. Tiragem. 1000 exemplares. 1.ª Edição: Maio de 1988]

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Café Literário


CAFÉ LITERÁRIO
AUTOR CONVIDADO: Prof. JOSÉ ORNELAS
OBRA: PSICOLOGIA COMUNITÁRIA
Apresentadores: Prof. Carvalho Teixeira e Dra. Susana Maria

Café Teatro do Centro Cultural e de Congressos
Dia 4 de Outubro - Sábado
16,00 Horas
Loja 107, partilhando leituras com a cidade