CAVACOS DAS CALDAS II

DICIONÁRIO GRÁFICO BORDALIANO

alguns livros, cerâmicas, belos gatos e algo mais...



quarta-feira, 28 de abril de 2010

Fruta do Tempo

"Quando chega o calor, diz a gente assim, fazendo côro com os gazetilheiros de todos os jornais:"

Com este tempo que corre,
Com este enorme calor,
Nada de novo me ocorre
Que possa dar ao leitor..."

Pontos nos ii, 6 de Agosto de 1885
Rafael Bordalo Pinheiro

Bordalo - Artes Decorativas


sexta-feira, 23 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

24 Hora a Hora

No próximo dia 24, sábado no período da amanhã, a autora de "24 Hora a Hora", Maria João Veiga estará na nossa livraria para um contacto com os seus leitores.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Crónica das Ruas

- "Homem! Se eu fundasse um banco!? Mas de quê?
- De ferrador. Os outros quebram, este concerta."

Manuel de Macedo, in A Lanterna Mágica , nº. 3, 1875

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Espreitando


Croquis da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, retratando Almeida Garrett e Gil Vicente, no frontão do Teatro Nacional, observando o quotidiano popular em Lisboa, em que figura o Zé Povinho. (Colecção Maria Cândida Rocha / Paulo Rocha)

[In: Diário de Lisboa, Exposição de Desenhos e Caricaturas, Fundação Mário Soares, 2004.]

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Impacto das Medidas do PEC

"Como comenta a expressão «vão-se os anéis e fiquem os dedos» acerca do impacto das medidas do PEC?"

Luís Afonso
Lopes, o repórter pós-moderno

SÁBAD0, 25 de Março de 2010

sábado, 3 de abril de 2010

Gratidão Real

D. João V, Rei Absoluto
Fernando Mendes

"1747 - 1750 - A doença de D. João V e os melhoramentos das Caldas da Rainha

Deixou ainda D. João V o seu reinado ligado a algumas obras de reconhecida utilidade, a que não devemos recusar uma breve referência.

Ocupar-nos-emos, em primeiro lugar, dos melhoramentos com que este monarca dotou os banhos das Caldas da Rainha.

Começando com D. João V a padecer de uma paralisia que lhe afectou o lado esquerdo, recorreu o soberano aqueles afamados banhos, e tanto eles o aliviaram do seu mal que, durante treze anos sucessivos, ali ia passar uma temporada a família real com toda a corte. Quiz D. João V patentear a sua gratidão pelos benéficos resultados obtidos nas Caldas da Rainha, e ordenou que o respectivo hospital fosse reedificado desde os alicerces, para lhe dar maior amplitude e engrandece-lo com a forma actual.

Confiados os trabalhos ao arquitecto director brigadeiro Manuel da Maia, que fora arquitecto e construtor do aqueduto das Águas Livres, deu-se princípio à demolição do antigo estabelecimento em Maio de 1747, ficando concluída a obra em 1750.

Para alargamento do hospital das Caldas, comprou D. João V algumas moradas das Caldas, que foram demolidas assim como a primitiva casa da câmara e cadeia.

À obra beneficente representada na construção do hospital das Caldas da Rainha, mandou el-rei destinar primeiro dois mil depois quatro mil cruzados, por mês.

Os paços do concelho e a cadeia foram mandados construir, com muitos melhoramentos, pela rainha D. Maria Ana de Aústria, esposa de D. João V, escolhendo-se para isso o local no rocio da vila."[Pág. 229/230]


[Título: D. João V, Rei Absoluto. Quase meio século de esplendor, de ostentação ruinosa, de magnificência louca, de escandalosas estroinices reais. 1706-1750. Colecção: Portugal Histórico. Autor: Fernando Mendes. Editor: João Romano Torres & C.ª. Livraria Editora, Rua Alexandre Herculano, 70, 76 - Lisboa.s/d.]