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segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Destinos de Férias

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LIVROS E LEITORES
N.º 95 – OUTUBRO DE 2010
LIVROS E LEITORES
N.º 95 – OUTUBRO DE 2010
HETERODOXIAS
EDUARDO PITTA
“As férias do senhor Hulot”
“Para quem como eu viveu em Moçambique até aos 26 anos, o ritual das férias em Agosto não é fácil de assimilar. Ver o País parar porque é Verão continua a ser um mistério.
[…]
Em Maio de 1976, tinha eu seis meses de Portugal, já todos queriam saber onde ia fazer férias. Em lado nenhum. Fiquei em Cascais, onde vivia, sem a obrigação de vir trabalhar a Lisboa. Ninguém acreditou.
A pouco e pouco fui vendo. Os ricos iam para a costa amalfitana e para o lago Como. A classe média para Londres e Nova Iorque, por essa ordem. Hoje inverteram a ordem. A pequena burguesia para o Funchal e Torremolinos. E depois havia aquelas famílias entaladas pelos solavancos da História mas que conservavam casa em São Martinho do Porto (as de Lisboa) ou na Granja (as do Porto), a quem não passava pela cabeça fazer férias noutro sítio. Nesses anos, os gays iam para Mykonos, as lésbicas para a Foz do Arelho, os «alternativos» para Vila Nova de Mil Fontes e os pré-punks para Salir. O Algarve ainda não estava na moda. E poucos sonhavam com Cuba ou com o Brasil.” […]
quarta-feira, 1 de abril de 2009
366.ª Página Caldense
VASCO TRANCOSO
"Onde um mar agreste e uma costa desfavorável impediram o destino oceânico das populações, a lagoa ofereceu uma alternativa: a caça, a pesca, a recolha do limo, a apanha dos bivaldes e crustáceos, a agricultura nas várzeas que a marginam.
[...]
Grandela partilhava com o seu amigo Bordalo Pinheiro um encantamento pela região Caldas-Foz do Arelho.
Descobriu a Foz do Arelho nos últimos anos do século XIX, quando frequentava as Termas das Caldas, por conselho médico, para recuperar de uma fractura numa perna."
[Grandela e a Foz do Arelho. Vasco Trancoso. PH-Património Histórico - Cadernos de História Local n.º 6 - 2.ª Edição - Março de 2009]
sábado, 3 de janeiro de 2009
333.ª Página Caldense
JAIME UMBELINO
[...]"Segundo essa antiga lenda, teria existido no Monte do Facho, um poderoso castelo, cujo último senhor teria sucumbido aos golpes traiçoeiros de uma outra personagem lendária: o barão do Penedo Furado. E acontece que, em todo o decorrer da narração, é citada a Lagoa que, nas suas águas tranquilas, tinha, do lado nascente, o Penedo Furado, em cujas escarpas assentavam os paredões do antigo castelo, sendo alheio a um e outro o povoado da actual Foz do Areho, o que o põe totalmente "fora da lenda"."[...]
[A Foz do Arelho na Lenda e na História. Jaime Umbelino. Edição do Autor. 1000 Exemplares. 2006.]
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