sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Uma Fomentação ao País
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Os Ridículos (em Lisboa)
Desenho publicado n'Os Ridículos de 1914-02-04
Desenho publicado n'Os Ridículos de 1915-06-09
Desenho publicado n'Os Ridículos de 1919-04-02MUSEU RAFAEL BORDALO PINHEIRO
Inauguração - 1 de Outubro, pelas 19h00
Galeria do Museu Rafael Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382 - Lisboa
Exposição patente de 2 de Outubro a 5 de Dezembro de 2010
Horário: Terça-feira a Domingo, das 10h às 18h
Encerra à Segunda-Feira e Feriados - Entrada Gratuita
José Jaime Pinto da SILVA MONTEIRO foi um caricaturista muito popular na I República. Durante anos (1908 - 1926) assegurou, nas primeiras páginas do bissemanário humorístico lisboeta Os Ridículos, um comentário gráfico actualizado e mordaz, bastante bordaliano, ao ponto de quase podermos fazer a história do novo regime republicano a partir dos seus desenhos. Era um “desenhador e ilustrador de méritos invulgares”, um “artista”, como escrevia A Voz na sua edição de 19 de Janeiro de 1937, por ocasião da sua morte.
A par do Sempre Fixe, o jornal Os Ridículos foi um dos mais importantes e duradouros títulos humorísticos publicados em Portugal, facto que contribuiu para a massificação das caricaturas de SILVA MONTEIRO, granjeando-lhe “muita admiração e simpatia”.
Mas hoje, cem anos depois, com excepção dos especialistas, praticamente ninguém conhece ou ouviu falar de SILVA MONTEIRO – pretexto para esta homenagem da cidade de Lisboa, integrada nas comemorações municipais do centenário da República.
A realização desta exposição, no museu dedicado à obra do genial caricaturista português, Rafael Bordalo Pinheiro, é possível graças à colecção Ricon Peres, que disponibilizou os desenhos originais de SILVA MONTEIRO, depositados no Museu da Presidência da República e aqui expostos pela primeira vez para apreciação do público. Em simultâneo, o contributo generoso da colecção J. C. Monteiro Alegria, herdeira de vários objectos pessoais de SILVA MONTEIRO, torna possível uma abordagem mais próxima ao homem por detrás do artista.
A clara influência do Mestre serve de mote para a exibição de alguns desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro, e do seu filho, Manuel Gustavo, em paralelo com o trabalho do discípulo SILVA MONTEIRO, plasmado finalmente nas páginas d’Os Ridículos, provenientes da colecção da Hemeroteca Municipal de Lisboa.
Desta sinergia de equipamentos culturais, nasce a primeira exposição dedicada a SILVA MONTEIRO, caricaturista de “privilegiados dotes” que, além d’Os Ridículos, fez banda desenhada para A Época, foi redactor artístico d’A Voz, colaborando esporadicamente para A Capital, Papagaio Real, O Século e o Diário de Lisboa. [Press Release]
sábado, 12 de junho de 2010
12 de Junho
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Honoré Daumier
Honoré Daumier
"Honoré Daumier, peintre, caricaturiste et sculpteur français, né à Marseille en 1808, mort à Valmondois en 1879. D'abord saute-ruisseau chez un huissier, puis commis libraire, Daumier fait son apprentissage chez un imprimeur lithographe, et étudie les maîtres ( Rubens, et Goya en particulier), au Louvre.
Républicain convaincu, il participe à la révolution de Juillet 1830 er réalise ses premières caricatures politiques pour le journal La Caricature. deux ans plus tard, il est condamné à six mois de prison pour son dessin de Louis-Philippe en Gargantua.
En 1835, la loi contre la liberté de la presse l'oblige à s'orienter vers la caricature de moeurs : series des Moeurs Conjugales Robert Macaire ( 1839-1842), Scènes parlementaires (1843), Gens de justice, Les Bons Bourgeois ( 1845-1848), etc.
Il travaille également pour Le Charivari, qui le congédie en 1858, puis le reprend cinq ans plus tard.
Eternellement pauvre, l'artiste finit par s'installer à Valmondois, où Corot lui fait cadeau d'une maison.
L'exposition rétrospective que Durand-Ruel lui consacre en 1878 ne connaît aucun succés auprès du public.
Daumier meurt aveugle l'année suivante, âgé de soixante et onze ans.
Sa production lithographique ( environ quatre mille pièces) où la verve polémique est soutenue par la force graphique et expressive du dessin, a injustement occulté sa peinture dans laquelle il fait preuve d'une originalité et d'une liberté formelle inédites à son époque. Les mêmes qualités se retrouvent dans son oeuvre sculpté : Ratapoil (1850)"" L'Aventure de l'Art au XIXème siècle" Editions du Chêne Hachette sous la direction de J.L. Ferrier 1991 (extrait p.873 )
Fonte: Mondes des Arts
segunda-feira, 27 de julho de 2009
386.ª Página Caldense


"Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) foi um artista em que a nossa admiração se reparte pela caricatura, em que foi exímio, e pela escultura aonde revelou um enorme talento.













