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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Bordalo em História da Caricatura Brasileira
- Os percursores e a consolidação da Caricatura no Brasil - Autor: Luciano Magno - Editor: Gala Edições de Arte - Este livro foi editado em outubro de 2012 - 190 anos da Independência política do Brasil
domingo, 11 de agosto de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
A Nobre Arte da Caricatura
Stuart e os seus Bonecos
Prefácio de Aquilino Ribeiro
Livros «Bom Humor de Algibeira» s/d
O Fenómeno
Cartoons de António & Cid
Prefácio de Mário Soares
Assírio & Alvim, Janeiro de 2005
Bem dita Crise!
Cartoons do «Inimigo Público» 2003-2012
António Jorge Gonçalves
Documenta, 2012
Três livros de caricatura de autores de diferentes épocas, mas todos eles retratam a realidade de então, com uma agudeza e com um espírito crítico, que nos fazem considerar a caricatura como um imprescíndível e demolidor elemento de análise social.
Os tempos são benéficos e inspiradores para a caricatura, com um único senão: são tempos negros.
quarta-feira, 20 de março de 2013
O Ministro do Fomento Ministrando uma Fomentação
Autor: Francisco Valença
Os Barões Assinalados - Janeiro de 1911
n.º 33 - Ano 2
O Ministro do Fomento com extremo cuidado apalpa a barriga do País. O País está cheio de dores por todo o corpo. O remédio que lhe está a ser dado, não o vai melhorar. Vai ficar mais doente.
Esta caricatura é de 1911. Já então as doenças eram muitas e graves e não havia remédio que as curasse.
Se esta caricatura não fosse uma caricatura, era uma triste realidade.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Sempre Fixe
Ao mais «fixe» dos Artistas - Francisco Valença, o «Napoleão» da Caricatura Portuguesa
Os Desenhos de Almada n'«O Sempre Fixe»
1926-1935
Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna
Lisboa, 1984
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
A Viagem - António no Aeroporto
estudo para o painel de Raúl Solnado
estudo para o painel de SaramagoA VIAGEM.
Caricaturas de António para a estação Aeroporto do metropolitano
Inauguração
26 de Julho, pelas 19h00
Galeria do Museu Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382 - Lisboa
Exposição patente de 27 de Julho
a 31 de Outubro de 2012
Horário
Terça-feira a Sábado, das 10h às 18h
Encerra ao Domingo, Segunda-Feira e Feriados
Entrada Gratuita
Algumas figuras do Portugal do século XX “desfilam”, desde a passada terça-feira, na nova estação de Metro do Aeroporto.
A responsabilidade é do cartoonista António, a quem o Metropolitano de Lisboa encomendou a decoração artística da nova estação.
Para a caricatura, este é sem dúvida um momento empolgante. Muitos artistas a usaram em trabalhos decorativos, numa vertente quase sempre efémera, mas é a primeira vez que ela ocupa um lugar de destaque num espaço público, com esta dimensão e de carácter permanente.
Consciente da importância deste momento, o Museu Bordalo Pinheiro considerou oportuno associar-se expondo, a partir do próximo dia 27, alguns dos estudos que o autor desenvolveu para chegar às representações definitivas que uma vez passadas à pedra deram lugar aos painéis, agora distribuídos pelo novo espaço.
Para além dos estudos de António, são também apresentados na Exposição um conjunto de fotografias que documentam os vários momentos técnicos da execução dos painéis, ou seja, todo o processo técnico que se seguiu ao processo criativo.
Por fim, são apresentados também alguns documentos utilizados neste trabalho. São fontes de inspiração a que o artista recorreu, que compreendem um conjunto diverso de suportes gráficos e permitem uma melhor percepção de todo o itinerário feito pelo caricaturista.
ANTÓNIO ANTUNES publicou os seus primeiros cartoons no diário lisboeta República, em Março de 1974. No final do mesmo ano, ingressou no semanário Expresso onde continua a publicar as suas obras.
Dos prémios recebidos destacam-se: Grande Prémio do XX International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1983), 1º Prémio de Cartoon Editorial do XXIII International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1986), Grande Prémio de Honra do XV Festival du Dessin Humoristique (Anglet, França, 1993), Award of Excellence – Best Newspaper Design, SND – Estocolmo, Suécia (1995), Premio Internazional Sátira Politica (ex-æquo, Forti dei Marmi, Itália, 2002), Grande Prémio Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2005) e o Prix Presse International (St. Just-Le-Martel, França, 2010).
Realizou exposições individuais em Portugal, França, Espanha, Brasil, Alemanha e Luxemburgo. Publicou, entre outros, os livros, António - 20 anos de Desenhos (1994), Desenhos Satíricos (2000) e Traços Contínuos (2005); integrando também as colectâneas, Cartoons do Ano, desde 1999, e as internacionais, 1970's The Best Political Cartoon of Decade (1981), The Finest International Political Cartoons of Our Time, volumes I, II e III (1992, 1993 e 1994) e Cartoonometter (1994).
Foi júri de salões de desenho humorístico em Portugal, Brasil, Grécia e Turquia.
António dedica-se também ao design gráfico, à Escultura e à Medalhística. É director do salão de humor gráfico, World Press Cartoon.
Caricaturas de António para a estação Aeroporto do metropolitano
Inauguração
26 de Julho, pelas 19h00
Galeria do Museu Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382 - Lisboa
Exposição patente de 27 de Julho
a 31 de Outubro de 2012
Horário
Terça-feira a Sábado, das 10h às 18h
Encerra ao Domingo, Segunda-Feira e Feriados
Entrada Gratuita
Algumas figuras do Portugal do século XX “desfilam”, desde a passada terça-feira, na nova estação de Metro do Aeroporto.
A responsabilidade é do cartoonista António, a quem o Metropolitano de Lisboa encomendou a decoração artística da nova estação.
Para a caricatura, este é sem dúvida um momento empolgante. Muitos artistas a usaram em trabalhos decorativos, numa vertente quase sempre efémera, mas é a primeira vez que ela ocupa um lugar de destaque num espaço público, com esta dimensão e de carácter permanente.
Consciente da importância deste momento, o Museu Bordalo Pinheiro considerou oportuno associar-se expondo, a partir do próximo dia 27, alguns dos estudos que o autor desenvolveu para chegar às representações definitivas que uma vez passadas à pedra deram lugar aos painéis, agora distribuídos pelo novo espaço.
Para além dos estudos de António, são também apresentados na Exposição um conjunto de fotografias que documentam os vários momentos técnicos da execução dos painéis, ou seja, todo o processo técnico que se seguiu ao processo criativo.
Por fim, são apresentados também alguns documentos utilizados neste trabalho. São fontes de inspiração a que o artista recorreu, que compreendem um conjunto diverso de suportes gráficos e permitem uma melhor percepção de todo o itinerário feito pelo caricaturista.
ANTÓNIO ANTUNES publicou os seus primeiros cartoons no diário lisboeta República, em Março de 1974. No final do mesmo ano, ingressou no semanário Expresso onde continua a publicar as suas obras.
Dos prémios recebidos destacam-se: Grande Prémio do XX International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1983), 1º Prémio de Cartoon Editorial do XXIII International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1986), Grande Prémio de Honra do XV Festival du Dessin Humoristique (Anglet, França, 1993), Award of Excellence – Best Newspaper Design, SND – Estocolmo, Suécia (1995), Premio Internazional Sátira Politica (ex-æquo, Forti dei Marmi, Itália, 2002), Grande Prémio Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2005) e o Prix Presse International (St. Just-Le-Martel, França, 2010).
Realizou exposições individuais em Portugal, França, Espanha, Brasil, Alemanha e Luxemburgo. Publicou, entre outros, os livros, António - 20 anos de Desenhos (1994), Desenhos Satíricos (2000) e Traços Contínuos (2005); integrando também as colectâneas, Cartoons do Ano, desde 1999, e as internacionais, 1970's The Best Political Cartoon of Decade (1981), The Finest International Political Cartoons of Our Time, volumes I, II e III (1992, 1993 e 1994) e Cartoonometter (1994).
Foi júri de salões de desenho humorístico em Portugal, Brasil, Grécia e Turquia.
António dedica-se também ao design gráfico, à Escultura e à Medalhística. É director do salão de humor gráfico, World Press Cartoon.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A Visita da Troika
Foram entrando um a um.
Três dignos cavalheiros, que depois de um certo acanhamento e dos cumprimentos da praxe, se acomodaram em redor da pequena mesa da minha livraria.
Um deles trazia uma pasta na mão. Uma daquelas pastas feitas à moda antiga, de design fora de moda, manufacturada à mão, de pele fininha, já um pouco sarrafada nos cantos. De aspecto vivido, de acordo com os muitos e muitos papéis que tinha transportado. E que segredos? Nunca viremos a sabê-lo; os segredos foram feitos para assim permanecerem.
O segundo, uma figura grandiosa, a impor respeito, trazia uma pasta de artista de onde iam caindo várias folhas desenhadas a crayon.
Três dignos cavalheiros, que depois de um certo acanhamento e dos cumprimentos da praxe, se acomodaram em redor da pequena mesa da minha livraria.
Um deles trazia uma pasta na mão. Uma daquelas pastas feitas à moda antiga, de design fora de moda, manufacturada à mão, de pele fininha, já um pouco sarrafada nos cantos. De aspecto vivido, de acordo com os muitos e muitos papéis que tinha transportado. E que segredos? Nunca viremos a sabê-lo; os segredos foram feitos para assim permanecerem.
O segundo, uma figura grandiosa, a impor respeito, trazia uma pasta de artista de onde iam caindo várias folhas desenhadas a crayon.
O terceiro homem, magro e um pouco encurvado, com a aba do chapéu caída obre os olhos, carregava uma maleta, com cantos de metal.
Sentaram-se. Cruzaram as pernas, acertando com cuidado o vinco das calças. Acenderam as suas cigarrilhas.
E logo no ar ficou a pairar um odor acre-doce e uma ténue névoa como que a esconder algo. Seria uma nuvem feita de sonhos a desfazerem-se em farrapos no ar?
Olharam em redor, quais generais a passar revista às tropas; nos seus rostos de linhas geométricas nem um sorriso traspassou.
Um deles, endireitou o cache-nez na cana do nariz abriu a pasta tirou um exemplar da “Correspondência de Fradique Mendes” e deixou-o em cima da mesa.
O terceiro homem tossicou várias vezes, pegou num dos livros que trazia na arca, abriu-o em determinada página e leu os seguintes versos:
São como as mágoas que são
Parecidas com as águas
Que continuamente vão …”
“Segue o teu destino
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
Das árvores alheias.”
Também ele colocou o seu livro em cima da mesa.
Levantaram-se e saíram da livraria. Quando já iam do outro lado da rua, viraram-se para trás e disseram-me adeus. E nesse mesmo momento a brisa acariciou-me como se de um beijo se tratasse...
Fiquei a ver as suas figuras esfumarem-se ao longe.
Da visita da Troika, restaram-me três livros…
A Troika composta por Eça, Bordalo e Pessoa criados por Constantinos.
terça-feira, 19 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Uma Fomentação ao País
Dr. Brito Camacho
Varões Assinalados, 1909 - 1911
Francisco Valença
Livros Horizonte
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Hoje como Ontem
"Zé-Povinho amarrado pelos laços dos deficit à coluna dos impostos, é ameaçado pela lança do selo, suporta resignado as crueldades dos judeus políticos, até que a cana verde que tem nas mãos se transforme num cacete seco."
O António Maria, 25 de Março de 1880
Rafael Bordalo Pinheiro
sábado, 9 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Querelas Antigas
La Republique et l'ÉgliseImages d'une querelle
Michel Dixmier / Jacqueline Lalouette /
Didier Pasamonik
Éditions de La Martinière
Paris, 2005
Dessin d'Alfred Le Petit - «La liberté de la Presse», Le Grelot, n.º 48, 10 Mars 1872
Dessin de Pasquin - «La Liberté de la Presse», Le TiTi, n.º 30 Mai 1879
Dessin d'Asmodée - «L'éclipse», La Calottte, n.º 42, 28 Juin 1907
Dessin de Gabriele Galantara - «L'Assiette au Beurre», Le Vatican, n.º 242, 18 Novembre 1905
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