Cavacos das Caldas
CAVACOS DAS CALDAS II

DICIONÁRIO GRÁFICO BORDALIANO

alguns livros, cerâmicas, belos gatos e algo mais...



Mostrar mensagens com a etiqueta Efeméride. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Efeméride. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

José Saramago

Se fosse vivo, José Saramago, amanhã, dia 19 de Novembro, festejaria o seu aniversário. Aqui fica a lembrança (dupla) com uma fotografia da sua visita à Loja 107, no ano de 1998, dias depois de se saber que o Prémio Nobel lhe tinha sido atribuído.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Zeca Afonso

Zeca Afonso - 2 de Agosto de 1929 - 23 de Fevereiro de 1987
Fotografia de Joaquim Lobo

segunda-feira, 21 de março de 2011

terça-feira, 6 de julho de 2010

Matilde Rosa Araújo - 1921 / 2010


"Era um gatinho cinzento. de olhos dourados. Mudando de cor com a luz.

A menina gostava muito do gato. Era o seu querido gato.

Gostava de o ver espreguiçar-se ao Sol, estender as patas, o corpo inteiro, como se todo fosse elástico. E mexia os finos bigodes.

E miava. Às vezes com mimo. Outras vezes com zanga, que ele também se desperava. Mas só às vezes.

O gatinho era todo cinzento, uma cor bonita, mansa, sossegada.

Mas, para a menina, ele era o seu gato dourado. Via-o todo dourado,como os seus olhos móveis de cor de ouro. Um gato dourado e meigo , que corria pela trepadeira de flores azuis, que crescia ao pé da porta." [...]


[O Gato Dourado. Matilde Rosa Araújo. Ilustrações de Maria Keil. Livros Horizonte. 3.ª Edição, 1985]

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Preito de Homenagem

Lá fora um chuva fininha cai sobre as pessoas que num passo apressado caminham lutando com os chapéus que o vento teima em revirar.

A gata que dorme no seu canto abre um olho numa interrogação. Que se passa por aqui que incomoda o meu descanso?

Ele entra com ar decidido, passa as mãos pelos ombros a dispersar umas quantas gotas de chuva, equilibra melhor o monóculo no olho direito, engelha o nariz e diz, alto e em bom som:

- "Estão à minha espera, não é verdade?"

Surpreendida e encabulada, articulo com dificuldade meia dúzia de palavras:

- Estávamos sim, mas não o esperávamos tão cedo…

- "Sempre gostei de surpresas! Vim mais cedo porque quero saber o que por aqui se passa. Já dei por aí umas voltas. Desci pela rua que tem o meu nome, passei pelo hospital, dei uma volta pelo parque, subi à praça, caminhei por esta rua aqui em frente e reconheci logo este prédio. Mudaram os azulejos mas a fachada está quase na mesma. E entrei."

Senta-se, olha para mim e apercebo-me das rugas marcadas no seu rosto, amenizado por um certo ar zombeteiro e o seu bigode farfalhudo e bem aparado, apresenta, aqui e ali, levíssimos traços brancos.

Predominante, a sua poupa formada por um cem número de caracóis artisticamente armados, confere-lhe um ar de dandy, simultaneamente elegante e sedutor.

Entrementes o gato abeira-se e queda-se a ouvir-nos.

Conversamos sobre tudo e sobre todos. Confesso-lhe o quanto lamento o facto de não o ter por cá a desenhar esta nossa realidade, por vezes tão irreal.

Que grandes páginas paródicas podia assinar!


Segredo-lhe que podemos queixar-nos de muitas coisas, menos da existência de situações e/ou personagens burlescas; essas não nos faltam; até as temos em demasia.

E ali estávamos em íntima cavaqueira quando, silenciosa e sorrateiramente, o gato salta-lhe para o colo e logo se aninha enrolando-se sobre si mesmo, numa atitude de entrega total.

Enquanto isto, na rua a chuva chove a bom chover.


Divagação a partir das obras de:

Carlos Constantino que modelou em barro um busto de Bordalo Pinheiro e de Carlos Moreira que o desenhou acompanhado do gato Gil Vicente, a partir de uma fotografia de RBP datada de 1874/5.

Busto e ilustração feitas em homenagem a Rafael Bordalo Pinheiro, 105 anos decorridos após a sua morte, ocorrida a 23 de Janeiro de 1905.

Ambas as obras podem ser admiradas na Loja 107, que agradece a amizade e elogia a criatividade dos dois Carlos.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Efeméride

Se fosse vivo, Eugénio de Andrade faria hoje 87 anos.

"1,2,3

Um, dois, três,
lá vai outra vez
o gato maltês
a correr atrás
da franga pedrês,
talvez a mordesse
apenas no pé,
o sítio ao certo
não sei bem qual é
(quatro, cinco, seis),
ou só lhe arranhasse
a ponta da crista,
e talvez nem isso,
seria só susto,
ou nem sequer mesmo
foi susto nenhum;
sete, oito, nove,
para dez falta um."
"O lagarto

Vejam que janota
o lagarto vem!
Parece um ministro.
Irá a Belém?

Vem do costureiro?
Vem de trabalhar?
Que pergunta tola:
Vem só de almoçar.

E que bem que comeu
O nosso janota!
Quem seria o parvo
Que pagou a conta?"

[Aquela Nuvem e Outras. Poemas de Eugenio Andrade. Ilustrações de Joana Quental. Quasi Edições. Junho de 2005]

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Mulher de Vestido Vermelho


Uma figura feminina longilínea ocupa o centro da cena; as pregas do seu vestido vermelho estampado a branco caem elegantemente escondendo um corpo que se prevê magro e ossudo.

Um cacho de uvas pretas de aspecto carnudo suporta o peso de um Zé-Povinho deitado de bruços, apoiando a cara nas mãos abertas em forma de concha. Olhos fechados, numa atitude de indiferença, como que meio adormecido, ausente do que se possa em seu redor.

Algumas parras sob as uvas rasgam o chão, acentuando os seus contornos aguçados.

Junto à cabeça do Zé erguendo uns finos braços ao alcance do seu chapéu, uma figura esquelética de criança. Logo atrás, um colo feminino embala outro corpo infantil. Dominando a cena, em pano de fundo, uma figura feminina de formas que se adivinham voluptuosas, envolta num manto cor térrea, ajeita ternamente o cabelo loiro da mulher vestida de vermelho.

Na parte superior da composição artística, um casal de sombrios corvos, empoleirados num ramo fino que se estende de um tronco seco que se ergue na zona limite direita.

Em traços ténues e finos, à esquerda, alheios à dramatização figurada, alguns pares dançam enleados ao som de uma música imaginada.

Esta página, publicada a 26 de Janeiro de 1901, nas páginas centrais de A Paródia, é da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro. Tem por título: “A Actualidade – Fantasia”. Se mais não tivesse publicado, bastava a arte desta página para inscrever o nome do seu autor nos anais da nossa cultura. Um trabalho com um traço de vincada influência arte nova, surpreende-nos pelo contraste entre a sua harmonia estética e a dureza da mensagem que transmite.

É a critica social, em que o riso se transforma num esgar trágico.

Uma última nota: as cores. Neutras, castanhos de vários tons, beijes, cinzas e depois rasgando à vertical a página, um vermelho luminoso, cor de sangue.

Falta, por fim, identificar a legenda: “A Indiferença Mascara a Miséria”.

Esta composição podia ter sido assinada ontem ou hoje. É de uma actualidade impressionante. Sedutoramente a miséria mascarada, face a uma indiferença dolorosa de um espectador ausente. Não estamos nós hoje a viver num mundo de fantasia, que nada tem de real e em que a miséria é ocultada?


É esta a minha homenagem a Rafael Bordalo Pinheiro, passados que são 136 anos do seu nascimento.

O Mestre nasceu no dia 21 de Março de 1846, na Rua da Fé, em Lisboa. Comemoram-se nesta mesma data, os dias Mundial da Poesia e da Árvore; quanto a efemérides, Rafael está em boa companhia.
[Publicado na Gazeta das Caldas de 28 de Março de 2009]

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O Intruso

Pillole di S. Antonio
Ilustração italiana da autoria de Luigi Bompard (?)

Este Santo António Italiano não vai em romarias, teme os resfriados ....

13 de Junho - Santo António

Ilustração de Stuart - 1930 Ilustração de Stuart - ABC - Revista Portuguesa, 1921
Ilustraçao de Stuart - Noite de Santo António
Canção dueto da Revista Gato por Lebre
Letra de Ed Schwalbach, Música de Alves Coelho
Os meus agradecimentos à Isabel Tomás por esta partilha de santos foliões.

domingo, 1 de junho de 2008

Reportagem Fotográfica 5

Dia Mundial da Criança - Festa na Rua

As boas vindas

os desenhos e as pinturas

as pinturas faciais

os espectadores - Paulo Ferreira Borges e Ferreira da Silva
a ousadia do balão incógnito
a Marta e o seu belo cavalo

então, vai uma voltinha?

o ajuntamento

mais e mais desenhos

pequenotes aplicados

os balões voaram !!!
o final feliz.

Precisas de Crescer
Olhos grandes
de aprender
Olhar longe
querendo saber o que é
o mundo para além
dos dias aqui.
Asas de vento
solta o pensamento
pelo lado de lá
Mas "voltas" ao banco da escola
para aprender
Precisas crescer!...
(Poema oferecido por Belmira Alves Besuga no Dia Mundial da Criança, 2008)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

quarta-feira, 23 de abril de 2008

23 de Abril - Dia Mundial do Livro e da Rosa


No Dia Mundial do Livro, a Livreira saúda com afecto todos os Leitores.

[Le Roman des Roses. Alice Caron Lambert. Éditions du Chêne. 1999.
ISBN 978-2-84277-170-6]

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Dia Mundial do Livro - 23 de Abril

[D. João II e a sua mulher D. Leonor, acompanhados por figuras das coroa. Cada soberano tem diante de si um livro aberto. Xilogravura a ilustrar a “Vita Christi”, livro custeado pela Rainha D. Leonor. (In: História da Edição em Portugal, Vol I, Artur Anselmo)]
O "Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor" é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge.

Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas UMA ROSA VERMELHA DE SÃO JORGE (Saint Jordi) e recebem em troca, UM LIVRO.

Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, e Inca Garcilaso de la Veja exactamente a 23 de Abril.

É igualmente a data de nascimento ou morte de outros autores proeminentes como Maurice Druon, K.Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.

Caldas da Rainha está intimamente ligada à história do livro em Portugal.

Essa ligação é estabelecida pela Rainha D. Leonor, a senhora das Misericórdias, e por Gil Vicente, o grande senhor do teatro português.

E isto porque, datado de 1495, “Vita Christi” é a primeira obra em língua portuguesa executada em Lisboa, pelo processo tipográfico. Obra em 4 volumes, impressa por Valentim Fernandes e Nicolau da Saxónia, deve a sua existência ao querer da Rainha D. Leonor.

Quanto a Gil Vicente, o senhor dos ditos irreverentes, o único espaço com memória das suas palavras, é a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, a pequena jóia arquitectónica da nossa cidade, onde foi representado perante a Rainha o Auto de S. Martinho.

A Loja 107, não querendo deixar de assinalar tal data, propõe-se marcar tal data com a presença dos escritores / ilustradores caldenses.

Assim, convida os escritores caldenses, a aparecerem na sua esplanada Literária, no dia 26 sábado (na impossibilidade de o fazer do dia 23, dia de trabalho), e convida-os a escreverem um pequeno texto, evocativo da data (Tema: Um livro da Minha Vida, até um máximo de 3500 caracteres) a publicar na Gazeta das Caldas, numa página dedicada a esta efeméride.

E porque as ilustrações são sempre complementares da escrita, convidamos também os ilustradores a juntarem-se a nós. A sua arte será publicada a par dos textos.

Simultaneamente, propomo-nos fazer, em colaboração com o PH – Associação Património Histórico, uma promoção dos livros editados sobre as Caldas da Rainha.

E porque a partilha de Livros pode ser também um acto de solidariedade, a Loja 107, efectuará um desconto de 10% a todos os clientes em troca da oferta de um livro infantil usado.

Esses livros infantis destinam-se à Associação Padrinhos de Portugal, que tem por finalidade o auxílio a crianças do mundo da língua portuguesa.

Promovida pela Associação Comercial (ACCCRO) espera-se a visita da Senhora Rainha D. Leonor e de Mestre Gil Vicente à nossa cidade.

Partilhar livros e flores, nesta primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão.


Loja 107, uma casa de livros, partilhando leituras

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Dia Internacional do Livro Infantil



DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL
2 de Abril

"A minha vida é uma história maravilhosa. Se, ainda criança, pobre e solitário, tivesse encontrado no meu caminho uma fada poderosa que me tivesse dito: «escolhe a tua carreira. Que queres tu ser? E eu me encarregarei de ter aconselhar e dirigir» a minha vida não teria sido mais feliz nem mais convenientemente ordenada. A história da minha vida ensinará ao mundo o que me ensinou a mim próprio: «existe um Deus bom, que tudo governa da melhor maneira. »"

Hans Christian Andersen, no início das suas Memórias

A 2 de Abril de 1805, em Odense na Dinamarca nasce Hans Christian Andersen

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Dia dos Namorados


[in: Guia dos Apaixonados. Mordillo. Booktree. 1.ª edição Setembro de 2002. ISBN 972-8718-46-2]

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Luiz Pacheco 1925 - 2008

COMUNIDADE
LUIZ PACHECO
desenhos de MAR

"Estendo o pé e toco com o calcanhar numa bochecha de carne macia e morna; viro-me para o lado esquerdo, de costas para a luz do candeeiro, e bafeja-me um hálito calmo e suave; faço um gesto ao acaso no escuro e a mão, involuntária tenaz de dedos, pulso, sangue latejante, descai-me sobre um seio morno nu ou numa cabecita de bebé, com um tufo de penugem preta no cocuruto da careca, a moleirinha latejante; respiramos na boca uns dos outros, trocamos pernas e abraços, bafos suor uns com os outros, uns pelos outros, tão aconchegados, tão embrulhados e enleados num mesmo calor como se as nossas veias e artérias transportassem o mesmo sangue girando, palpitassem compassadamente silenciosamente duma igual vivificante seiva." [...]

Exemplar n.º 87 de 150 exemplares numerados e assinados pelos autores

[Comunidade - Autor: Luiz Pacheco. Desenhos de: mar. Editor: Forja, Dezembro de 1985. Da presente edição os primeiros cento e cinquenta exemplares vão numerados de 1 a 150, vão numerados de 1 a 150, vão assinados pelos autores e incluem na portada um extratexto.]

domingo, 12 de agosto de 2007

100 anos de Torga - 12 de Agosto


PORTUGAL
MIGUEL TORGA

[...]Todas as condições, como se vê, para que outro apogeu da nossa cultura surgisse das margas onde ela afinal tem as raízes. Uma vez que o melhor da força criadora nacional está concentrado nesse pequeno reduto de que as serras de Aire, Candeeiros e Montejunto são ameias, nada de mais sensato do que tentar reverdecê-la aí. Granjeada de novo naquelas colinas suaves e calmas, talvez brotasse com o alento por que todos suspiram. Não é às lousas do xisto ou à aspereza das urgueiras que se hão-de pedir filigranas góticas e versos bucólicos. Nos sítios onde a natureza não quer, nem as calhandras cantam. O talento é preciso, mas é preciso também que o meio ajude. Que sustente o artista e lhe dê pedra capaz, barro moldável, madeira propícia, e lhe não tolha as mãos de frio, se ele escreve ou pinta. O faro, de resto, nunca enganou a fauna dos que em Portugal vivem condenados à inglória penitência da beleza. Porque sabem que é ali o clima ideal do seu trabalho, eles próprios consideram sempre a Estremadura como chão dos seus pés. Sem falar no Rodrigues Lobo, no Malhoa e no Lopes Vieira, que, por sorte, nasceram na região, é um Frei Agostinho da Cruz que se refugia na Arrábida, um Bordalo que deixa Lisboa e assenta arraiais nas Caldas, um Eça que, embora fugidiamente, se instala em Leiria, uma Josefa de Óbidos que procura a terra do pai, um Guilherme Filipe que se demora na Nazaré - fora os muitos e muitos que desejariam ficar, mas a quem a vida apenas consente curtas visitas de tonificação."

Centenário de Miguel Torga- O escritor nasceu a 12 de Agosto de 1907.

[Miguel Torga, Portugal - Publicações Dom Quixote, 7.ª Edição (1.ª na Dom Quixote), Junho de 2007. ISBN 978-972-20-3370-1]

terça-feira, 24 de abril de 2007

Festa na Rua

Antecipámos a celebração do Dia Mundial do Livro para sábado, dia 21.

Na nossa "Esplanada Literária", reunimos vários autores caldenses.

Neste dia, que é também o dos Direitos de Autor - 11 autores da escrita e da imagem - deram-nos o prazer da sua companhia
Historiadores, ficcionistas, poetas, fotógrafos, contistas, conviveram sob um quente sol de primavera.
Na companhia de Cristina Horta, Hugo Marques, Isabel Gouveia, Isabel Xavier, João B. Serra, João Norte, José do Carmo Francisco, Margarida Araújo, Mário Tavares, Paulo Ferreira Borges, Teresa Perdigão e Vasco Trancoso, mais uma vez, partilhámos letras com a cidade.

__________________________________________________

Em simultâneo, na rua decorria festa, promovida por um grupo de comerciantes.


Gil Vicente, escritor de mil palavras, dava rosas (preferencialmente vermelhas).

D. Leonor, a Rainha das Caldas, oferecia "beijinhos".

Cavaleiras/os, cujo patrono é S. Jorge, evoluíam em passos galantes;
Por um dia a cidade transfigurou-se. Fez-se festa. Desfrutou-se a rua. Viveu-se a cidade.

__________________________________

"Agora direis que sou doido com as coisas da minha terra. Assim é, senhores, eu o confesso."
Cavaleiro de Oliveira

segunda-feira, 23 de abril de 2007

23 de Abril

3.079. 000
portugueses lêem livros.
Somos cerca de 10.000.000
6.921.000 portugueses não lêem.