quarta-feira, 5 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
A Viagem - António no Aeroporto
estudo para o painel de Raúl Solnado
estudo para o painel de SaramagoA VIAGEM.
Caricaturas de António para a estação Aeroporto do metropolitano
Inauguração
26 de Julho, pelas 19h00
Galeria do Museu Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382 - Lisboa
Exposição patente de 27 de Julho
a 31 de Outubro de 2012
Horário
Terça-feira a Sábado, das 10h às 18h
Encerra ao Domingo, Segunda-Feira e Feriados
Entrada Gratuita
Algumas figuras do Portugal do século XX “desfilam”, desde a passada terça-feira, na nova estação de Metro do Aeroporto.
A responsabilidade é do cartoonista António, a quem o Metropolitano de Lisboa encomendou a decoração artística da nova estação.
Para a caricatura, este é sem dúvida um momento empolgante. Muitos artistas a usaram em trabalhos decorativos, numa vertente quase sempre efémera, mas é a primeira vez que ela ocupa um lugar de destaque num espaço público, com esta dimensão e de carácter permanente.
Consciente da importância deste momento, o Museu Bordalo Pinheiro considerou oportuno associar-se expondo, a partir do próximo dia 27, alguns dos estudos que o autor desenvolveu para chegar às representações definitivas que uma vez passadas à pedra deram lugar aos painéis, agora distribuídos pelo novo espaço.
Para além dos estudos de António, são também apresentados na Exposição um conjunto de fotografias que documentam os vários momentos técnicos da execução dos painéis, ou seja, todo o processo técnico que se seguiu ao processo criativo.
Por fim, são apresentados também alguns documentos utilizados neste trabalho. São fontes de inspiração a que o artista recorreu, que compreendem um conjunto diverso de suportes gráficos e permitem uma melhor percepção de todo o itinerário feito pelo caricaturista.
ANTÓNIO ANTUNES publicou os seus primeiros cartoons no diário lisboeta República, em Março de 1974. No final do mesmo ano, ingressou no semanário Expresso onde continua a publicar as suas obras.
Dos prémios recebidos destacam-se: Grande Prémio do XX International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1983), 1º Prémio de Cartoon Editorial do XXIII International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1986), Grande Prémio de Honra do XV Festival du Dessin Humoristique (Anglet, França, 1993), Award of Excellence – Best Newspaper Design, SND – Estocolmo, Suécia (1995), Premio Internazional Sátira Politica (ex-æquo, Forti dei Marmi, Itália, 2002), Grande Prémio Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2005) e o Prix Presse International (St. Just-Le-Martel, França, 2010).
Realizou exposições individuais em Portugal, França, Espanha, Brasil, Alemanha e Luxemburgo. Publicou, entre outros, os livros, António - 20 anos de Desenhos (1994), Desenhos Satíricos (2000) e Traços Contínuos (2005); integrando também as colectâneas, Cartoons do Ano, desde 1999, e as internacionais, 1970's The Best Political Cartoon of Decade (1981), The Finest International Political Cartoons of Our Time, volumes I, II e III (1992, 1993 e 1994) e Cartoonometter (1994).
Foi júri de salões de desenho humorístico em Portugal, Brasil, Grécia e Turquia.
António dedica-se também ao design gráfico, à Escultura e à Medalhística. É director do salão de humor gráfico, World Press Cartoon.
Caricaturas de António para a estação Aeroporto do metropolitano
Inauguração
26 de Julho, pelas 19h00
Galeria do Museu Bordalo Pinheiro
Campo Grande, 382 - Lisboa
Exposição patente de 27 de Julho
a 31 de Outubro de 2012
Horário
Terça-feira a Sábado, das 10h às 18h
Encerra ao Domingo, Segunda-Feira e Feriados
Entrada Gratuita
Algumas figuras do Portugal do século XX “desfilam”, desde a passada terça-feira, na nova estação de Metro do Aeroporto.
A responsabilidade é do cartoonista António, a quem o Metropolitano de Lisboa encomendou a decoração artística da nova estação.
Para a caricatura, este é sem dúvida um momento empolgante. Muitos artistas a usaram em trabalhos decorativos, numa vertente quase sempre efémera, mas é a primeira vez que ela ocupa um lugar de destaque num espaço público, com esta dimensão e de carácter permanente.
Consciente da importância deste momento, o Museu Bordalo Pinheiro considerou oportuno associar-se expondo, a partir do próximo dia 27, alguns dos estudos que o autor desenvolveu para chegar às representações definitivas que uma vez passadas à pedra deram lugar aos painéis, agora distribuídos pelo novo espaço.
Para além dos estudos de António, são também apresentados na Exposição um conjunto de fotografias que documentam os vários momentos técnicos da execução dos painéis, ou seja, todo o processo técnico que se seguiu ao processo criativo.
Por fim, são apresentados também alguns documentos utilizados neste trabalho. São fontes de inspiração a que o artista recorreu, que compreendem um conjunto diverso de suportes gráficos e permitem uma melhor percepção de todo o itinerário feito pelo caricaturista.
ANTÓNIO ANTUNES publicou os seus primeiros cartoons no diário lisboeta República, em Março de 1974. No final do mesmo ano, ingressou no semanário Expresso onde continua a publicar as suas obras.
Dos prémios recebidos destacam-se: Grande Prémio do XX International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1983), 1º Prémio de Cartoon Editorial do XXIII International Salon of Cartoons (Montreal, Canadá, 1986), Grande Prémio de Honra do XV Festival du Dessin Humoristique (Anglet, França, 1993), Award of Excellence – Best Newspaper Design, SND – Estocolmo, Suécia (1995), Premio Internazional Sátira Politica (ex-æquo, Forti dei Marmi, Itália, 2002), Grande Prémio Stuart Carvalhais (Lisboa, Portugal, 2005) e o Prix Presse International (St. Just-Le-Martel, França, 2010).
Realizou exposições individuais em Portugal, França, Espanha, Brasil, Alemanha e Luxemburgo. Publicou, entre outros, os livros, António - 20 anos de Desenhos (1994), Desenhos Satíricos (2000) e Traços Contínuos (2005); integrando também as colectâneas, Cartoons do Ano, desde 1999, e as internacionais, 1970's The Best Political Cartoon of Decade (1981), The Finest International Political Cartoons of Our Time, volumes I, II e III (1992, 1993 e 1994) e Cartoonometter (1994).
Foi júri de salões de desenho humorístico em Portugal, Brasil, Grécia e Turquia.
António dedica-se também ao design gráfico, à Escultura e à Medalhística. É director do salão de humor gráfico, World Press Cartoon.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Figuras e Episódios
FIGURAS E EPISÓDIOS DO LEÃO DE OUROLUIZ TEIXEIRA
Legenda Literária pronunciada na noite da evocação do Leão de Ouro
17 de Abril de 1937
... "Podem recordar noites felizes, quando Rafael Bordalo Pinheiro, na transição do "António Maria" para os "Pontos nos ii", provocava um coro de alegria com as suas charges contundentes que envolviam na rede dum saboroso humorismo cenas do Paço e personagens da Arcada, confidências de S. Bento e segredinhos de palco."
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Jorge Figueira de Sousa
Hoje o dia entristeceu…Jorge Figueira de Sousa, Livreiro, 80 anos de idade, faleceu. Não o conheci; nem à sua livraria. São factos de menor relevância.
Morreu um homem Livreiro, amante dos livros.
O mundo ficou mais pobre. Sempre que desaparece um homem de cultura, perde o país, perdemos todos.
Sinto a sua falta como se um amigo fosse.
O mundo dos livros perdeu mais um pouco do seu encanto.
E não tendo sido reconhecido o seu trabalho, em vida, pode ser que agora que desapareceu, corram os poderes políticos a prestarem-lhe homenagem.
É tarde. Sinto-o entre as prateleiras de uma livraria que fica lá não sei onde, virando todos os livros com a capa para cima … Está em paz entre os seus livros ...
Sinto a sua falta como se um amigo fosse.
O mundo dos livros perdeu mais um pouco do seu encanto.
E não tendo sido reconhecido o seu trabalho, em vida, pode ser que agora que desapareceu, corram os poderes políticos a prestarem-lhe homenagem.
É tarde. Sinto-o entre as prateleiras de uma livraria que fica lá não sei onde, virando todos os livros com a capa para cima … Está em paz entre os seus livros ...
domingo, 1 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Aprendiz de Encadernação

A encadernação é um processo de conservação dos livros e simultaneamente uma arte.
E se hoje em dia pouca atenção se dá a esta arte, tanto mais que cada vez menos encontramos profissionais do ofício, ela constitui uma profissão que a meu ver deveria ser valorizada.
Ultimamente mercê das novas tecnologias, os livros passam do seu suporte de papel para um suporte electrónico. A tendência geral é a proliferação do e-book em detrimento dos livros como os conhecemos durante tantos séculos.
Considero que até aos anos 80 (+/-) do século passado a edição era vista e realizada de modo totalmente diferente dos dias hoje.
Actualmente interessa colocar “mercadoria” no mercado e construir à volta dela uma bem planeada acção de marketing. É secundário o conteúdo do livro; interessa sobre tudo que o livro venda e quer conste dos tops, alguns deles de duvidosa informação. Claro que há excepções, que só vem confirmar a regra...
As primeiras edições de cuidadosa feitura, sem gralhas, elegantemente impressas em páginas de gramagem agradável ao tacto, cuja lombada não se descolava e de tiragem verificada, são livros que hoje são raros a serem publicados. A edição era uma acção cultural e de prestígio. Hoje, é mais uma acção comercial.
Uma 1.ª edição de Torga, de Namora, de Vergílio Ferreira, de Cardoso Pires, de Alexandre O’Neill, para já não falar de Eça, de Camilo, de Dantas, de Tolentino de Almeida, de Garrett, são edições únicas; não esquecendo, de modo algum, O António Maria, os Pontos nos ii ou a Paródia de Rafael Bordalo Pinheiro. Torna-se imperativo preservar esses livros, exemplares especiais que são.
E o melhor processo de resguardar essas obras é encadernar as mesmas. Seja em inteira de pele, em skivertex ou pergamóide, com nervuras ou sem elas, em meia francesa, ou à inglesa, a encadernação confere ao livro uma mais valia.
Por isso, e por gosto, estou a aprender a encadernar.
Dois Mestres, detentores de quase sessenta anos de saber profissional, acederam a ensinar-me a arte.
Com Mestre Florindo e Mestre Costa, aprendo a desfazer, limpar, coser, colar, fazer lombadas, cortar capas, recortar cantos, colocar folhas de guarda, etc, acções necessárias ao acto de transformar um livro num objecto belo ao mesmo tempo que conserva o seu interior intacto, pronto a acompanhar um novo leitor.
Ainda não sei encadernar, mas estou muito orgulhosa e confortável na minha situação de aprendiz numa oficina de dois aristocráticos operários, como lhes chama Vitor Silva Tavares, editor da & Etc.
É um trabalho minucioso, que exige muita prática e que alia a máxima delicadeza a acções mais musculadas. Vou aprendendo, lenta muito lentamente, porque não é tarefa fácil.
E se hoje em dia pouca atenção se dá a esta arte, tanto mais que cada vez menos encontramos profissionais do ofício, ela constitui uma profissão que a meu ver deveria ser valorizada.
Ultimamente mercê das novas tecnologias, os livros passam do seu suporte de papel para um suporte electrónico. A tendência geral é a proliferação do e-book em detrimento dos livros como os conhecemos durante tantos séculos.
Considero que até aos anos 80 (+/-) do século passado a edição era vista e realizada de modo totalmente diferente dos dias hoje.
Actualmente interessa colocar “mercadoria” no mercado e construir à volta dela uma bem planeada acção de marketing. É secundário o conteúdo do livro; interessa sobre tudo que o livro venda e quer conste dos tops, alguns deles de duvidosa informação. Claro que há excepções, que só vem confirmar a regra...
As primeiras edições de cuidadosa feitura, sem gralhas, elegantemente impressas em páginas de gramagem agradável ao tacto, cuja lombada não se descolava e de tiragem verificada, são livros que hoje são raros a serem publicados. A edição era uma acção cultural e de prestígio. Hoje, é mais uma acção comercial.
Uma 1.ª edição de Torga, de Namora, de Vergílio Ferreira, de Cardoso Pires, de Alexandre O’Neill, para já não falar de Eça, de Camilo, de Dantas, de Tolentino de Almeida, de Garrett, são edições únicas; não esquecendo, de modo algum, O António Maria, os Pontos nos ii ou a Paródia de Rafael Bordalo Pinheiro. Torna-se imperativo preservar esses livros, exemplares especiais que são.
E o melhor processo de resguardar essas obras é encadernar as mesmas. Seja em inteira de pele, em skivertex ou pergamóide, com nervuras ou sem elas, em meia francesa, ou à inglesa, a encadernação confere ao livro uma mais valia.
Por isso, e por gosto, estou a aprender a encadernar.
Dois Mestres, detentores de quase sessenta anos de saber profissional, acederam a ensinar-me a arte.
Com Mestre Florindo e Mestre Costa, aprendo a desfazer, limpar, coser, colar, fazer lombadas, cortar capas, recortar cantos, colocar folhas de guarda, etc, acções necessárias ao acto de transformar um livro num objecto belo ao mesmo tempo que conserva o seu interior intacto, pronto a acompanhar um novo leitor.
Ainda não sei encadernar, mas estou muito orgulhosa e confortável na minha situação de aprendiz numa oficina de dois aristocráticos operários, como lhes chama Vitor Silva Tavares, editor da & Etc.
É um trabalho minucioso, que exige muita prática e que alia a máxima delicadeza a acções mais musculadas. Vou aprendendo, lenta muito lentamente, porque não é tarefa fácil.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
A Bilha de Stº. António
Ciclo Novas Aquisições
O Ciclo Novas Aquisições pretende apresentar, com periodicidade trimestral, as mais recentes peças inseridas no seu acervo (depois da reabertura do Museu em 2005), e nunca antes expostas ao público. Os visitantes terão acesso a informação detalhada da mesma e co-relacional às colecções do Museu e à obra de Rafael Bordalo Pinheiro.
Para esta terceira peça do Ciclo foi seleccionada a singular Bilha Santo António, peça rodada em barro vermelho vidrado, da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro. Datada de 6/6/1895, a peça integra-se no espírito das celebrações do VII Centenário de Santo António que então decorriam. Foi adquirida em leilão pelo Museu Bordalo Pinheiro em 2005.
Esta mostra está patente de 12 de Junho a 31 de Agosto, no 1º piso do Museu Bordalo Pinheiro, de Terça a Sábado, das 10h00 às 18h00.
O Ciclo Novas Aquisições pretende apresentar, com periodicidade trimestral, as mais recentes peças inseridas no seu acervo (depois da reabertura do Museu em 2005), e nunca antes expostas ao público. Os visitantes terão acesso a informação detalhada da mesma e co-relacional às colecções do Museu e à obra de Rafael Bordalo Pinheiro.
Para esta terceira peça do Ciclo foi seleccionada a singular Bilha Santo António, peça rodada em barro vermelho vidrado, da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro. Datada de 6/6/1895, a peça integra-se no espírito das celebrações do VII Centenário de Santo António que então decorriam. Foi adquirida em leilão pelo Museu Bordalo Pinheiro em 2005.
Esta mostra está patente de 12 de Junho a 31 de Agosto, no 1º piso do Museu Bordalo Pinheiro, de Terça a Sábado, das 10h00 às 18h00.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
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