CAVACOS DAS CALDAS II

DICIONÁRIO GRÁFICO BORDALIANO

alguns livros, cerâmicas, belos gatos e algo mais...



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Espreitando


Croquis da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, retratando Almeida Garrett e Gil Vicente, no frontão do Teatro Nacional, observando o quotidiano popular em Lisboa, em que figura o Zé Povinho. (Colecção Maria Cândida Rocha / Paulo Rocha)

[In: Diário de Lisboa, Exposição de Desenhos e Caricaturas, Fundação Mário Soares, 2004.]

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Impacto das Medidas do PEC

"Como comenta a expressão «vão-se os anéis e fiquem os dedos» acerca do impacto das medidas do PEC?"

Luís Afonso
Lopes, o repórter pós-moderno

SÁBAD0, 25 de Março de 2010

sábado, 3 de abril de 2010

Gratidão Real

D. João V, Rei Absoluto
Fernando Mendes

"1747 - 1750 - A doença de D. João V e os melhoramentos das Caldas da Rainha

Deixou ainda D. João V o seu reinado ligado a algumas obras de reconhecida utilidade, a que não devemos recusar uma breve referência.

Ocupar-nos-emos, em primeiro lugar, dos melhoramentos com que este monarca dotou os banhos das Caldas da Rainha.

Começando com D. João V a padecer de uma paralisia que lhe afectou o lado esquerdo, recorreu o soberano aqueles afamados banhos, e tanto eles o aliviaram do seu mal que, durante treze anos sucessivos, ali ia passar uma temporada a família real com toda a corte. Quiz D. João V patentear a sua gratidão pelos benéficos resultados obtidos nas Caldas da Rainha, e ordenou que o respectivo hospital fosse reedificado desde os alicerces, para lhe dar maior amplitude e engrandece-lo com a forma actual.

Confiados os trabalhos ao arquitecto director brigadeiro Manuel da Maia, que fora arquitecto e construtor do aqueduto das Águas Livres, deu-se princípio à demolição do antigo estabelecimento em Maio de 1747, ficando concluída a obra em 1750.

Para alargamento do hospital das Caldas, comprou D. João V algumas moradas das Caldas, que foram demolidas assim como a primitiva casa da câmara e cadeia.

À obra beneficente representada na construção do hospital das Caldas da Rainha, mandou el-rei destinar primeiro dois mil depois quatro mil cruzados, por mês.

Os paços do concelho e a cadeia foram mandados construir, com muitos melhoramentos, pela rainha D. Maria Ana de Aústria, esposa de D. João V, escolhendo-se para isso o local no rocio da vila."[Pág. 229/230]


[Título: D. João V, Rei Absoluto. Quase meio século de esplendor, de ostentação ruinosa, de magnificência louca, de escandalosas estroinices reais. 1706-1750. Colecção: Portugal Histórico. Autor: Fernando Mendes. Editor: João Romano Torres & C.ª. Livraria Editora, Rua Alexandre Herculano, 70, 76 - Lisboa.s/d.]

quarta-feira, 31 de março de 2010

Novo Blog

Um novo blogue dedicado à nossa cidade Caldas da Rainha - Um Património a Descobrir, aqui.
Um olhar novo, descomprometido, crítico e criativo.
Saudações.

terça-feira, 30 de março de 2010

Denúncia no Parlamento



Via Corta-Fitas.

O Comércio

"O Comércio"

"Voltou a polémica da abertura de superfícies comerciais aos domingos. E lá vieram as argumentações extremadas: uns dizendo que impede a criação de uns milhares de empregos; outros invocando as machadadas no comércio tradicional.

Voltemos às bases. A cidade é, em grande medida, intercâmbio. É praça, é mercado: de bens e serviços, de ideias e culturas. Uma boa cidade, um bom bairro, têm seguramente um bom e vivo comércio. Suas dinâmicas, características e localização, muito estruturam da cidade e dos quotidianos dos seus habitantes.

Parece-me que os debates estão enviesados. Bem mais importante do que abrir ou não aos domingos, é saber como o comércio - grande ou pequeno, tradicional ou moderno - pode contribuir para cidades mais vivas e sustentáveis.

Colocar o comércio em nós de estradas, nomeadamente, é um grave desperdício. É assumir a dependência do automóvel, e das cidades fragmentadas, insustentáveis. É deixar diminuir a densidade de relações na cidade. E é prejudicar a própria economia: diversos estudos confirmam como um emprego na cidade compacta é muito mais estável e - milagre!? - dinamizador de outros empregos e iniciativas económicas, que um emprego num local sem diversidade e de gestão única.

Há assim, que apoiar o comércio na cidade. Comércio aberto, fluido e de espaço público: que dá para a rua, que está nas praças e nos mercados, que é variado, inclusive na sua gestão. Pequeno e grande, azul e amarelo. Mais que "comércio tradicional" (termo que não gosto) que seja "comércio de proximidade": aos bairros, às pessoas. E aos seus tempos, necessidades e desejos."

João Seixas, Geógrafo

in: Público, Cidades, Domingo, 28 de Março de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Café Literário

Patinhas & Carapaça
Maria Teias a aranha da família
Joana Serpentina
Serrote e Raspadinha
Tubarão Dentadinha

Café Literário
Autor Convidado:
Francisco Alegre Duarte

Centro Cultural e de Congressos
Dia 27 de Abril - 17,00 Horas
Loja 107 partilhando leituras com a cidade

quarta-feira, 24 de março de 2010

Um Velho Tema

"Consulta Médica"

- "Oh! diabo o snr. tem uma língua terrível! Em que se ocupa?

- Sou deputado!

- Ah! então não admira!"

... Chama-se a isto um velho tema.


[Manuel Monterroso. Bilhetes Postais Ilustrados publicados no "Primeiro de Janeiro" 1909/1910. Porto. Edição de A. V. Cruz, Rua 31 de Janeiro, 256. 1911]

Moralidade Triunfante

Manuel Monterroso
"Moralidade Triunfante"
"Cinquenta anos de vida imaculada"
"Lembra o dito do filósofo: Toda a gente é honrada até ao momento em que deixa de o ser."

[Bilhetes Postais Ilustrados, publicados no "Primeiro de Janeiro" 1909-1910. Mauel Monterroso. Porto. Edição de A. V. Cruz, Rua 31 de Janeiro , 256. 1911]