terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Impacto das Medidas do PEC
"Como comenta a expressão «vão-se os anéis e fiquem os dedos» acerca do impacto das medidas do PEC?"
Luís Afonso
Lopes, o repórter pós-moderno
SÁBAD0, 25 de Março de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Gratidão Real
D. João V, Rei Absoluto
Fernando Mendes
"1747 - 1750 - A doença de D. João V e os melhoramentos das Caldas da Rainha
Deixou ainda D. João V o seu reinado ligado a algumas obras de reconhecida utilidade, a que não devemos recusar uma breve referência.
Ocupar-nos-emos, em primeiro lugar, dos melhoramentos com que este monarca dotou os banhos das Caldas da Rainha.
Começando com D. João V a padecer de uma paralisia que lhe afectou o lado esquerdo, recorreu o soberano aqueles afamados banhos, e tanto eles o aliviaram do seu mal que, durante treze anos sucessivos, ali ia passar uma temporada a família real com toda a corte. Quiz D. João V patentear a sua gratidão pelos benéficos resultados obtidos nas Caldas da Rainha, e ordenou que o respectivo hospital fosse reedificado desde os alicerces, para lhe dar maior amplitude e engrandece-lo com a forma actual.
Confiados os trabalhos ao arquitecto director brigadeiro Manuel da Maia, que fora arquitecto e construtor do aqueduto das Águas Livres, deu-se princípio à demolição do antigo estabelecimento em Maio de 1747, ficando concluída a obra em 1750.
Para alargamento do hospital das Caldas, comprou D. João V algumas moradas das Caldas, que foram demolidas assim como a primitiva casa da câmara e cadeia.
À obra beneficente representada na construção do hospital das Caldas da Rainha, mandou el-rei destinar primeiro dois mil depois quatro mil cruzados, por mês.
Os paços do concelho e a cadeia foram mandados construir, com muitos melhoramentos, pela rainha D. Maria Ana de Aústria, esposa de D. João V, escolhendo-se para isso o local no rocio da vila."[Pág. 229/230]
[Título: D. João V, Rei Absoluto. Quase meio século de esplendor, de ostentação ruinosa, de magnificência louca, de escandalosas estroinices reais. 1706-1750. Colecção: Portugal Histórico. Autor: Fernando Mendes. Editor: João Romano Torres & C.ª. Livraria Editora, Rua Alexandre Herculano, 70, 76 - Lisboa.s/d.]
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
O Comércio
"Voltou a polémica da abertura de superfícies comerciais aos domingos. E lá vieram as argumentações extremadas: uns dizendo que impede a criação de uns milhares de empregos; outros invocando as machadadas no comércio tradicional.
Voltemos às bases. A cidade é, em grande medida, intercâmbio. É praça, é mercado: de bens e serviços, de ideias e culturas. Uma boa cidade, um bom bairro, têm seguramente um bom e vivo comércio. Suas dinâmicas, características e localização, muito estruturam da cidade e dos quotidianos dos seus habitantes.
Parece-me que os debates estão enviesados. Bem mais importante do que abrir ou não aos domingos, é saber como o comércio - grande ou pequeno, tradicional ou moderno - pode contribuir para cidades mais vivas e sustentáveis.
Colocar o comércio em nós de estradas, nomeadamente, é um grave desperdício. É assumir a dependência do automóvel, e das cidades fragmentadas, insustentáveis. É deixar diminuir a densidade de relações na cidade. E é prejudicar a própria economia: diversos estudos confirmam como um emprego na cidade compacta é muito mais estável e - milagre!? - dinamizador de outros empregos e iniciativas económicas, que um emprego num local sem diversidade e de gestão única.
Há assim, que apoiar o comércio na cidade. Comércio aberto, fluido e de espaço público: que dá para a rua, que está nas praças e nos mercados, que é variado, inclusive na sua gestão. Pequeno e grande, azul e amarelo. Mais que "comércio tradicional" (termo que não gosto) que seja "comércio de proximidade": aos bairros, às pessoas. E aos seus tempos, necessidades e desejos."
João Seixas, Geógrafo
in: Público, Cidades, Domingo, 28 de Março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Um Velho Tema
"Consulta Médica"
- "Oh! diabo o snr. tem uma língua terrível! Em que se ocupa?
- Sou deputado!
- Ah! então não admira!"
... Chama-se a isto um velho tema.
[Manuel Monterroso. Bilhetes Postais Ilustrados publicados no "Primeiro de Janeiro" 1909/1910. Porto. Edição de A. V. Cruz, Rua 31 de Janeiro, 256. 1911]
Moralidade Triunfante
"Moralidade Triunfante"
"Cinquenta anos de vida imaculada"
"Lembra o dito do filósofo: Toda a gente é honrada até ao momento em que deixa de o ser."
[Bilhetes Postais Ilustrados, publicados no "Primeiro de Janeiro" 1909-1910. Mauel Monterroso. Porto. Edição de A. V. Cruz, Rua 31 de Janeiro , 256. 1911]
Oceanos de Saber
III.º Congresso OCEANOS DE SABER
25 de Março de 2010
PROGRAMA
10h00 – Recepção dos participantes do Congresso e distribuição de documentação;
10h30 – Conferência plenária – “OS 100 Anos da República”:
Moderadora: Dr.ª Isabel Xavier
Doutor Bonifácio Serra
Doutor Reis Torgal
Doutor Veiga Simão
12h30 – Encerramento dos trabalhos;
13h00 – Almoço;
15h00 – Abertura das Palestras:
Oficina A – “Quadros em Movimento – dramatização de um texto de Raul Proença”
Moderador: Dr. Aníbal Rocha
Grupo de Teatro Raul Proença – Escola Secundária Raul Proença
Raul Proença
25 de Março de 2010
PROGRAMA
10h00 – Recepção dos participantes do Congresso e distribuição de documentação;
10h30 – Conferência plenária – “OS 100 Anos da República”:
Moderadora: Dr.ª Isabel Xavier
Doutor Bonifácio Serra
Doutor Reis Torgal
Doutor Veiga Simão
12h30 – Encerramento dos trabalhos;
13h00 – Almoço;
15h00 – Abertura das Palestras:
Oficina A – “Quadros em Movimento – dramatização de um texto de Raul Proença”
Moderador: Dr. Aníbal Rocha
Grupo de Teatro Raul Proença – Escola Secundária Raul Proença
Raul Proença
Oficina B – “ O Museu José Malhoa e a República”
Moderadora: Dr. Anabela Rosa
Dr. Matilde Tomás do Couto - Museu José Malhoa e Museu da Cerâmica
Museu Malhoa
Oficina C - "Museus Regionais, a Educação e a República"
Moderadora: Dr. Verónica Henriques
Doutor Fernando Magalhães – Instituto Politécnico de Leiria
CRDL
Oficina D – “A I.ª República e a pluralidade religiosa”
Moderador: Dr. José Cruz
Doutor Sérgio Pinto e
Dr.ª Rita Mendonça Leite – Universidade Católica
CRDL – Biblioteca
Oficina E - “Roteiro Republicano nas Caldas da Rainha”
Moderador: Dr. Bruno Lopes
Dr.ª Isabel Xavier – Escola Secundária Raul Proença
Cidade
Oficina F – “A Casa dos Patudos: uma casa republicana com certeza”
Moderador: Dr. João Pina
Mestre Nicolau Borges – Património Histórico
Rafael Bordalo Pinheiro
Oficina G – “Os Militares e a República: o Golpe de 16 de Março”
Moderadora: Dr. Joana Seco
Mestre Joana Tornada – GABINAE
Escola de Sargentos do Exército – auditório
Oficina H - “Os Jovens e a República”
Moderador: Dr. Luís Gouveia
Dr. Pedro Alves – Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
Auditório da ETEO
Oficina I - “O poder local – eleição, financiamento e poder”
Moderadora: Dr. Carla Ferreira
Dr. Rui Miranda – Colégio Dr. Luís Pereira da Costa
Auditório da Biblioteca
Oficina J – “Nos Trilhos da República”
Dr. Mário Cruz
Dr. Filipe Fernandes – Colégio Rainha D. Leonor
CRDL
sábado, 20 de março de 2010
Vendedora de Pinhões
quarta-feira, 17 de março de 2010
Uma História vivida na lagoa da Foz do Arelho
"Era uma vez dois caranguejos que viviam na lagoa da Foz do Arelho."
Autor Convidado:
FRANCISCO ALEGRE DUARTE
Livro: PATINHAS & CARAPAÇA
(ilustrações de Cláudia Mariz)
Dia 27 de Março (Sábado) - Horas: 17,00
Centro Cultural e de Congressos
Loja 107, partilhando leituras
terça-feira, 16 de março de 2010
A Rolha
Bordalo
Política e Imprensa na Obra Humorística de Rafael Bordalo Pinheiro
Edição: Hemeroteca Municipal de Lisboa
Março de 2005

"Que calor de Perseguição"
"Leque com alusões políicas e diatribes em língua chinesa, próprio para candidatos a pessoas perseguidas d'um e d'outro sexo.
Dádiva do António Maria."
O António Maria, 14 de Julho de 1881
Rafael Bordalo Pinheiro
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