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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Autor Caldense
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
366.ª Página Caldense
Je ne sais si toutes les résolutns que j’ai prises étaient bonnes et valaient la peine d’être tenues. En tous cas, je n’ai jamais tarde à les mettre à exécution, et mon voyage à Caldas da Rainha en est une preuve.
L’impartialité et l’exactitude sont les dex qualities essentielles du journal d’un touriste. […]
La diligence desservant Carregado et Caldas da Rainha est attelée de cinq mauvaises mules. C´était à cele dês cinq cabiolerait le plus, et nous procurerait le plus de cahots. De temps en temps, dans les montées, alors que le train se ralentissait et nous permettait de fermer les yeux, nous étions réveillés en sursaut, par le conducteur regardant, le face joviale, dans l’étroit vasistas,et nous demandant d’une grosse voix enrouée, «si nous étions bien, si nous avions assez de place»." […] [Pág. 361]
sábado, 9 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Honoré Daumier
Honoré Daumier
"Honoré Daumier, peintre, caricaturiste et sculpteur français, né à Marseille en 1808, mort à Valmondois en 1879. D'abord saute-ruisseau chez un huissier, puis commis libraire, Daumier fait son apprentissage chez un imprimeur lithographe, et étudie les maîtres ( Rubens, et Goya en particulier), au Louvre.
Républicain convaincu, il participe à la révolution de Juillet 1830 er réalise ses premières caricatures politiques pour le journal La Caricature. deux ans plus tard, il est condamné à six mois de prison pour son dessin de Louis-Philippe en Gargantua.
En 1835, la loi contre la liberté de la presse l'oblige à s'orienter vers la caricature de moeurs : series des Moeurs Conjugales Robert Macaire ( 1839-1842), Scènes parlementaires (1843), Gens de justice, Les Bons Bourgeois ( 1845-1848), etc.
Il travaille également pour Le Charivari, qui le congédie en 1858, puis le reprend cinq ans plus tard.
Eternellement pauvre, l'artiste finit par s'installer à Valmondois, où Corot lui fait cadeau d'une maison.
L'exposition rétrospective que Durand-Ruel lui consacre en 1878 ne connaît aucun succés auprès du public.
Daumier meurt aveugle l'année suivante, âgé de soixante et onze ans.
Sa production lithographique ( environ quatre mille pièces) où la verve polémique est soutenue par la force graphique et expressive du dessin, a injustement occulté sa peinture dans laquelle il fait preuve d'une originalité et d'une liberté formelle inédites à son époque. Les mêmes qualités se retrouvent dans son oeuvre sculpté : Ratapoil (1850)"" L'Aventure de l'Art au XIXème siècle" Editions du Chêne Hachette sous la direction de J.L. Ferrier 1991 (extrait p.873 )
Fonte: Mondes des Arts
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
363.ª Página Caldense
- Cure-o João Jaques, que sabe o que lhe fez, e Manuel da Costa, que sabe o que ele fez.
Não obstante o Rei negá-lo aos médicos, toda a gente sabia até que ponto D. João V abusava dos excitantes.
Lord Freeman, que viajou em Portugal de 1778 a 1779, diz numa das suas cartas que «D. João V dissipou a sua vida com clérigos e mulheres; que depois de ter introduzido a Patriarcal, deixou reduzir a tropa a nada, e que decaído pela idade, para gozar mais tempo das damas, tomou cantáridas, as quais o reduziram a uma suma frouxidão; que tendo vivido como sultão, fez as pazes com o Céu, e acabou como santo, segundo as vozes dos lisonjeiros padres que lhe assistiram.»
Costigan e outros falam pela mesma boca.
Depauperado, exangue, o Rei vira chegar a paralisia complicada com reverdecimentos de antiga luxúria asiática, por me servir da linguagem de Santo Agostinho.
Não vampirizou, para robustecer-se, o sangue das crianças, como de Luís XI conta a lenda, nem chuchurreou no peito das mulheres, para alimentar-se a leite, como o cardeal D. Henrique.
Voltou-se para Deus e para as Caldas da Rainha.”
[Página 199 - As Amantes de D. João V, Alberto Pimentel, Bonecos Rebeldes, 3.ª Edição, Fevereiro de 2009]
PS – Amanhã daremos seguimento a tão empolgante história…
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
362.ª Página Caldense
Afinal depois de tantos palpites, que ia para ali e para acolá festejar a passagem do fim de ano - balelas, está visto - restei-me por cá.
E como sempre, em início de ano ano, fazem-se promessas e traçam-se projectos.
Uma das minhas intenções é de pôr ordem nos meus postais caldenses; posso começar logo por este, que nos retrata uma feira de gado, uma imagem de arquivo que muito dificilmente se repetirá ao vivo nos dias de hoje.
Tempos de outra vida, sentida no olhar interrogativo do jovem que apoiado na canga, olha para um futuro, que hoje já é passado.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Concerto de Ano Novo
Duetto Buffo di 2 Gatti
Enviado por Autur R. Gonçalves
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