CAVACOS DAS CALDAS II

DICIONÁRIO GRÁFICO BORDALIANO

alguns livros, cerâmicas, belos gatos e algo mais...



sexta-feira, 31 de agosto de 2007

134.ª Página Caldense

NO LAZARETO DE LISBOA
RAFAEL BORDALO PINHEIRO


[Ano de Edição: 1881. Empresa Literária Luso-Brasileira - Editora. Director e proprietário A. de Sousa Pinto. Lisboa. Dimensão: 16,00 x 23,50 cms. 56 páginas numeradas + capas. Impressão: Lallemant Fréres, Typ., (Fornecedores da Casa de Bragança) Rua do Tesouro Velho, 6, Lisboa]

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

133.ª Página Caldense

ALGUNS ASPECTOS DO FOMENTO FRUTEIRO NA REGIÃO
DAS CALDAS DA RAINHA
ANDRÉ NAVARRO

[Autor: Professor e Director do Instituro Superior de Agronomia. Separata do "Agros", n.º 1 - Janeiro/Fevereiro de 1940. Folheto com 10 páginas numeradas + capas. Dimensão: 18,60 x 23,60 cms.]

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

132:ª Página Caldense

NOTICIAS INTERESANTES DA REAL VILLA DAS CALDAS
COM ALGUNS MAPPAS CURIOZOS NO ANNO DE 1797 E 1798

[...] "A Horta Real é um recinto todo murado, onde vários hortelãos plantam várias saladas, e ervas para venderem, e gasto do Provedor, tem dois grandes tanques de água que lhe vem da fonte das cinco bicas que fica pegado ao muro da quinta Real, e em um dos tanques há imensos peixes de recreio, tem suas parreiras, e no último quadro, estão várias pirâmides de Louro, e muros recortados com seus arcos, feitos de bucho verde.[...] [Pág. 46]

"Táboa da entrada corredor e largo do pocinho e copa"[Mapa entre as pág.48 e 49]

[PH - Património Histórico, Grupo de Estudos. Colecção PH - Arquivos. 1.ª Edição, Dezembro de 2002. Estudo introdutório: Luis Nuno Rodrigues. Transcrição e notas: Nicolau Borges. ISBN 972-8154-21-6]

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Desafio

Onde estão estes azulejos? Responda quem sabe!

131.ª Página Caldense

HÁ MUITOS ANOS...
DUAS PÁGINAS DE RAFAEL BORDALO

"Foi em 1881. Estavam os regeneradores no poder e, portanto... os progressistas na oposição. Era ministro da justiça Lopo Vaz e governador civil de Lisboa o célebre Arrobas. Discutia-se muito a não menos célebre "lei das rolhas", ainda a questão de Lourenço Marques; etc. A primeira das gravuras que reproduzimos é meia página do António Maria (de 29 de Dezembro d'aquele ano) em que precisamente Lopo Vaz e o conselheiro Arrobas são satirizados com a graça que caracterizava todos os trabalhos do grande Rafael Bordalo. A segunda, extraída do mesmo número do referido semanário, parodia a um reclame, cremos que de sabonetes, então muito em voga, apresenta inúmeras caricaturas de políticos da época, conforme abaixo se indica - políticos na sua grande maioria já falecidos, pois o tempo não perdoa e isto foi há 41 anos!...

Entre os meninos que têem brôas (regeneradores): Fontes, Serpa Pimentel, Lobo Vaz, Arrobas, Andrade Corvo, Hintze Ribeiro, conde de Burnay, general Macedo (o Macedindo da Gurad Municipal), Cunha Belém, Luciano Cordeiro, etc.

Entre os meninos que não têem brôas (progressistas): Braamcampo, José Luciano, Mariano de Carvalho, Barros e Sá, prior da lapa, Marquez de Valada, José Dias Ferreira, visconde de Gandarinha, bispo de Viseu, Sá Carneiro, etc., etc., etc."


[Ilustração Portuguesa, Natal de 1922, N.º 879 - 2.ª Série - 23 de Dezembro de 1922. Página não numerada.]

130.ª Página Caldense

ESTREMADURA

RAFAEL BORDALO PINHEIRO
Oleiro e Barrista
(Ceramista)


“Rafael Bordalo Pinheiro era um temperamento plástico. Amoldava-se à forma, ao pensamento e ao ritmo. Manifestava-se largamente em superfície, em perspectiva e em volume. Foi desenhador, pintor, ceramista decorador e escultor barrista.

Fundamentalmente era poeta do traço ou imaginário da linha, que define e contorça, dando vida às coisas e às pessoas. Não o senhor estático e saudosamente contemplativo das formas. Mas o espírito em acção constante, para restituir vida ao que a perdeu, e dar vida ao que nunca a teve. O desenho, quando é desenho, e o anima um pensamento em acção e movimento, pode transformar-se em graça, no chiste, na hilaridade, na ironia, no sarcasmo, no “humorismo”, rir e fazer rir, sem deixar de ser desenho, sem deixar de ser arte, e sem deixar de ser caricatura. Creio mesmo que, para ser caricaturista, – ou humorista plástico, se o preferirem, – não é preciso abandonar o desenho, nem deformar até ao horror, por meio dele, a natureza, o altíssimo dom divino da graça natural.

Era o condão de Bordalo: sem criar o horror das formas naturais, dar-nos a graça ou a ironia dos homens, das atitudes, dos acontecimentos.”[...] [Pág. 43 a 48]

Luis Chaves


[Luís Chaves, Rafael Bordalo Pinheiro, Oleiro e Barrista, Ceramista, in: Estremadura, Boletim da Junta de Província, Série II, Número XI, Janeiro / Fevereiro / Março / Abril, 1946]

domingo, 26 de agosto de 2007

sábado, 25 de agosto de 2007

129.ª Página Caldense

ALMANAQUE DE CARICATURAS PARA 1874
RAFAEL BORDALO PINHEIRO

[Pág. 16 e 17]

[Typographia Editora de Mattos Moreira & Companhia. Praça D. Pedro n.º 67, Lisboa. Data de Edição 1873. Capa a cores. Preço 240 Reis. Dimensão: 14,50 x 20,80 cms. 64 Páginas numeradas + Capas.]

Amizades Cúmplices

"Que luz é esta que ilumina o Mestre?
A Festa ao longe chega-lhe de forma nostálgica.
A minha admiração pela tua admiração e a minha amizade."
Margarida
[mensagem recebida por email numa manhã de sábado...Margarida Araújo]

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

128.ª Página Caldense


ESTREMADURA
"A PROPÓSITO DA PRIMITIVA
LOUÇA DAS CALDAS
achegas para o esclarecimento dum protlema ceramológico"

[...]"Sabemos que a organização das nossas olarias quinhentistas era decalcada em moldes patriarcais, adentro da oficina caseira. Com o dono - o mestre - residiam: os oficiais, forneiros e demais criados solteiros. A casa era ao mesmo tempo oficina e tenda, sem que lhe faltasse anexo, no quintal, o forno de cozer a louça. Não eram raras as olarias com um ou dois almocreves ao serviço de carreto de materiais, dos barreiros próximos, e transporte das palenganas, às feiras de mais nomeada, a que o mestre não deixava de concorrer."[...] [Págs. 383 a 391]

Russell Cortez

[Estremadura - Boletim da Junta de Província. Série II . Número 10. Setembro / Outubro / Novembro / Dezembro. 1945. Director: Carlos Botelho Moniz.]

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

O Gato e o Escuro


O GATO E O ESCURO
MIA COUTO
Ilustrações DANUTA WOJCIECHOWSKA



[..]"Porque o Pintalgato chegava ao ponte e espreitava o lado de lá.
Namoriscando o proibido, seus olhos pirilampiscavam."[...]


[O Gato e o Escuro. Mia Couto. Ilustrações de Danuta Wojciechowska. Editorial Caminho. 1.ª edição, Outubro de 2001. ISBN 972-21-1515-8]

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

O autógrafo de Fernando Assis Pacheco

WILT (ou o frio e o quente)
FERNANDO ASSIS PACHECO

[Livraria Bertrand. Colecção Autores de Língua Portuguesa. 2.ª Edição, 1978. ]

La Vie Politique

LA VIE POLITIQUE DE DAUMIER À NOS JOURS
"...l'un des plus grands dessinateurs de presse de notre temps..."

[Sous la Direction de Noelle Lenoir. Préface de René Rémond. Somogy Editions d'Art. 2005. ISBN 2-85056-719-1]

terça-feira, 21 de agosto de 2007

127.ª Página Caldense

VÁRIA ESCRITA
"BORDALANDO COM O ANTÓNIO MARIA EM SINTRA"


"Incorrígivel. Implacável. Provocador. Demolidor. Ferino. Republicano. Artilheiro contumaz e mortífero dos Bragança constitucionais e da Monarquia. Fuzilador de um regime que se fundava como uma barcaça bojuda em que as águas, mesmo as das ondas mais calmas, corriam de estibordo para bombordo e logo depois de bombordo para estibordo, encharcando os pés dos tripulantes, subindo-lhes pelas canelas, afogando-os palavra a palavra, desenho a desenho." [...]
Vitor Wladimiro Ferreira


[Vária Escrita, Cadernos de Estudos Arquivísticos, Históricos e Documentais - Separata n.º 12 . 2005. Sintra - Câmara Municipal.]