[O Pardal de Espinosa, texto de José Jorge Letria, ilustrações de Daniel Silvestre da Silva - Porto Editora - 1.ª Edição, Maio de 2007 - ISBN 978-972-0-71896-9 - 9,90 Euros]
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Ilustrador Caldense
[O Pardal de Espinosa, texto de José Jorge Letria, ilustrações de Daniel Silvestre da Silva - Porto Editora - 1.ª Edição, Maio de 2007 - ISBN 978-972-0-71896-9 - 9,90 Euros]
Arte Culinária
Anónimo disse...
Mesmo bom!Repito: mesmo bom!No Beco do Forno os cheiros misturaram-se. A salsa, os coentros, a hortelã, os limões os pimentos e os tomates e a simpatia dos cozinheiros e da livreira.Provou-se!Todos os sentidos aplaudiram.Beijo à Isabel e ao Paulo, uma dupla de respeito.Beijo ao Chacal, por tudo e até pelos olhos azúis.Margarida
20 de Julho de 2007 1:27
Digo Chakal
20 de Julho de 2007 1:28
20 de Julho de 2007 1:29
quarta-feira, 18 de julho de 2007
O Drama do Livreiro
- Que livro é que V. Exª. quer? - pergunta o caixeiro muito amável - Que género? Romance? Obra científica? Revista?

(pormenor)
ABCzinho, 23 de Outubro de 1922
Stuart*
[*José Herculano Stuart Torrie d'Almeida Carvalhais (1887-1961]
97.ª Página Caldense
"A seguir ... Foz do Arelho,
cuja Lagoa é um espelho
onde o Mar, na maré cheia,
se vai mirar, orgulhoso,
e, talvez, por ser vaidoso,
as suas ondas ... ondeia!"
[Pág. 23]
96.ª Página Caldense

Rainha D. Leonor
"Quereríamos deixar nesta página do nosso estudo da mulher na História Pátria, não as carradas de erudição com que muitas pretendem erradamente a supremacia de qualquer assunto, mas à luz precisa, clara e imerecida duma língua de fogo do Divino Espírito Santo, a justiça requer uma figura a que reconheceremos valor mas não podemos dar a ternura que não nos inspira.
Estamos diante da neta dos Infantes D. Duarte e D. João, D. Leonor de Lencastre a filha da Infanta D. Beatriz e do Infante D. Fernando que aos doze anos foi mulher de El-Rei D. João II de Portugal.
Nascida a 2 de Maio de 1458, D. Leonor apesar de muito débil, chegou aos sessenta e sete anos, sobrevivendo vinte ao marido.
Foi de "singular formusura de corpo e de espírito" diz-nos a frase clássica das crónicas. Julgamos poder afirmar igualmente a sua bondade pois nem de outro modo explicaríamos (pelo que nos foi dado aprender do carácter de D. João II); que El-Rei a estimasse tanto até ao fim da vida, afligindo-se em extremo ainda nas vésperas da sua morte com a notícia de grave doença da Rainha." [Pág. 171 a 175]
[Data de Edição: 1940. Acabou de se imprimir este livro "A Mulher na História de Portugal" no dia da exaltação da Santa Cruz, aos 14 de Setembro de 1940, no Centro Tipográfico Colonial, Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 27,28 e 29 - Lisboa. 238 Páginas numeradas + capas. Sem indicação de editor.]
terça-feira, 17 de julho de 2007
95.ª Página Caldense
quarta-feira, 11 de julho de 2007
94.ª Página Caldense
A LIÇÃO DA RAINHA D. LEONOR EM MATÉRIA DE ASSISTÊNCIA segunda-feira, 9 de julho de 2007
93.ª Página Caldense
domingo, 8 de julho de 2007
92.ª Página Caldense
Próxima da capital, pois está a três horas de caminho de ferro, e situada em uma região verdejante, atravessada por diversas estradas que conduzem a sítios lindíssimos como a Foz do Arelho, bela praia onde se desfruta o pleno oceano, tendo junto as tranquilas águas da Lagoa de Óbidos; S. Martinho do Porto com a sua linda baía, cuja vilasinha situada na encosta de uma montanha, com as casas sempre brancas, formam uma tela encantado; ; Óbidos, vila curiosa, ostentando o histórico castelo; cada canto d'essa vila possui uma linguagem de mistério e cada pedra uma página gloriosa da nossa historia; Leiria, Alcobaça, Batalha, Rio Maior, e outras menos importantes como Fanadia, S. Gregório, Santa Catarina, Roliça, Columbeira, Avenal, Couto, Salir das Matas, Casal da Mata, Cabeça Alta, Gaeiras, Vidais, Alvorninha, Nadadouro, etc., não contando com outras povoações mais distantes.
Quando nos embrenhamos por essas azinhagas e atalhos, assombrados por frondosas árvores, quando respiramos o belo ar dos pinhais, quando ouvimos o cantar melancólico das fontes, as melopeias sentimentais das noras e dos moinhos, quando as campainhas do gado se misturam com as canções dos pastores nos vales floridos, é que podemos admirar toda esta região tão cheia de beleza, e cuja estética nos toca tão comoventemente no nosso coração. [Ilustração Portuguesa, II Série, N.º 452, 19 de Outubro de 1914. Páginas 485 a 487. Autor: Alfredo Pinto (Sacavém)]
Gostei particularmente do Salir das Matas...
13 de Julho de 2007 1:39
91.ª Página Caldense
90.ª Página Caldense


quinta-feira, 5 de julho de 2007
89.ª Página Caldense


(mapa Caldas da Rainha, pormenor)
[Mapa dobrado em 8 partes. Impressão a cores. Edição Rotep - Organização de Camacho Pereira. Julho de 1955. Dimensão: 66,00 x 43,00 cms.]
Novamente, obrigada, Joaquim Saloio.
Comentários:
Maria disse...
Lembro-me muito bem deste mapa....
7 de Julho de 2007 23:22
João Serra disse...
Isabel: não sei se reparaste que as duas primeiras imagens fazem parte de um desenho assinado por António Duarte.
9 de Julho de 2007 23:13
88.ª Página Caldense
Desconhecia a existência deste desenho da Hans Stäel...Pensei que só tivesse desenhado em cerâmica...
7 de Julho de 2007 23:15
Isabel: o guia está datado: 1955 (aliás também o publiquei no inventário de www.cidadeimaginaria.org).Agora em resposta a maria: Stael foi uma das fundadoras da Gravura - Cooperativa de Gravadores Portugueses.
9 de Julho de 2007 14:24















