CAVACOS DAS CALDAS II

DICIONÁRIO GRÁFICO BORDALIANO

alguns livros, cerâmicas, belos gatos e algo mais...



Mostrar mensagens com a etiqueta Rainha D. Leonor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rainha D. Leonor. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Gil Vicente nas Caldas

Tantas Maneiras de Enganos
Teatro da Rainha

«Até cerca de 1518, ou talvez mesmo além dessa data, a obra de Gil Vicente desenrola-se sob a protecção e na presença da Rainha D.leonor.

É o que ele próprio confirma no prólogo em castelhano de D. Duardos (1522?) quando, dirigindo-se a D. João III, fala das "comédias, farças y moralidades que he compuesto em servicio de la Reina vuestra tia."

Essas obras foram:
- Auto Pastoril Castelhano (1502)
- Auto dos Reis Magos (1503)
- Auto de São Martinho (1504)
- Sermão feito à Rainha D. Leonor (Abrantes, 1506)
- Auto da Fama (1510)
- Auto da Sibila Cassandra (1513)
- Barca do Inferno (1517)
- Auto da Alma (1518)
- Barca do Purgatório (1518)
- Auto da Índia (1519)
- Auto dos Quatro Tempos (data incerta, mas anterior a 1521)

Sabe-se ainda que a "Rainha Velha" D. Leonor se encontrava presente na câmara da Rainha D. Maria, na terça feira de 7 de Junho de 1502, quando ali foi recitado o "Monólogo do Vaqueiro", primeira obra conhecida do autor.

Há também quem sustente que a "Farsa do Físicos" (1512) teria sido inspirada pela passagem nas Caldas e pela observação do trabalho dos médicos do Hospital. Todavia esta tese não pode deixar de ser considerada como discutível e assente em bases bastante ténues.»(in: Catálogo)




quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Rainha das Caldas

Leonor de Lencastre

Tragédia duma Grande Alma

Autor: Fernando Correia

Edição: Empresa Nacional de Publicidade, 1932

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Uma Peça de Teatro

Leonor de Lencastre
Tragédia Duma Grande Alma
Autor: Feranndo Correia
Edição da Empresa Nacional de Publicidade
1932

domingo, 15 de maio de 2011

Montra do 15 de Maio



A montra da Loja 107 do dia 15 de Maio – dia festivo da cidade – foi projectada sob o signo do amarelo.

Porquê o amarelo? A cor de sol dos girassóis de Bordalo Pinheiro, numa homenagem aos ceramistas caldenses, de Rafael Bordalo Pinheiro a Belo, de Herculano Elias a Carlos Constantino, uns de entre tantos nomes ilustres que se torna praticamente impossível mencioná-los a todos.

Junto às flores amarelo-sol, um gato bizantino de Rafael. Estático olha para uma livraria desenhada no típico bordado caldense da autoria das mãos hábeis e sensíveis de Idalina Lameiras.

Logo mais um macaco Bordaliano, empréstimo de um velho e bom amigo.

Pendurado lá do alto, faz aquilo que todos os macacos sabem tão bem fazer: macaquices. Mas diga-se em abono da verdade, que por muito que ele faça, não consegue competir com as grandes macaquices de outro género que alguns dos seus primos primatas andam por aí a fazer.

O macaco de Bordalo tem o sentido do ridículo e não se presta a momices. Faz companhia a uma edição d’ «A Cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro».
Na segunda prateleira, um pouco mais à esquerda um gato riscado da Fábrica Belo ampara os três volumes da «História do Hospital das Caldas da Rainha até ao ano de 1656”, de Jorge de S. Paulo.

Na prateleira seguinte, surgindo de entre mais flores amarelas a edição de “Caldas da Rainha Património das Águas” em parceria com a placa cerâmica que reproduz a Porta da Sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, saída das mãos fortes e gentis do artista Herculano Elias.

Ao lado a edição de “Queres Bordalo”, de António Manuel António Pina, o mais recente autor da língua portuguesa galardoado com o conceituado Prémio Camões.

Recebido neste mesmo dia, um busto de Fernando Pessoa oferecido pelo Carlos Constantino; com o seu ar triste de poeta incompreendido, Fernando confere à cena um ar de seriedade.

Na prateleira de baixo, como que despontando de um canteiro florido, vários exemplares da “Rainha D. Leonor” da pena do Conde de Sabugosa.

A finalizar num ecrã roda um poema de António Gedeão, intitulado:

«Poema do Poste com Flores Amarelas»

Vieram os operários, puseram o poste de ferro na berma do passeio
E foram-se para voltar noutro dia.
O poste tinha sido pintado há pouco de verde
E quando lhe batia o sol rutilava como as escamas dos dragões.
Mesmo junto do poste, no passeio, havia uma árvore que dava flores amarelas,
E o vento fez cair algumas flores amarelas sobre o poste verde.
As pessoas que por ali passavam diziam «que chatice de poste»,
Mas o poeta sorria para as flores amarelas.»

E com esta montra, composta por livros, cerâmicas, poesia e flores, a Loja 107 homenageia a cidade e os caldenses com quem nesta data partilha 35 anos de leituras.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A Soberana da Misericórdia

JOÃO AGUIAR
Super Portugueses

"Rainha D. Leonor (1485 – 1525)
A soberana da Misericórdia"

“Não foi propriamente uma santa; porém não há dúvida de que Portugal deve muito a esta rainha, que criou as Misericórdias e o primeiro hospital termal do mundo.

[…] o que tornou esta rainha credora da nossa admiração – e da nossa gratidão – foram as iniciativas que tomou no campo da assistência social. A primeira dessas grandes iniciativas – referimo-nos somente às acções de grande vulto – foi a criação em 1485, do Hospital das Caldas, acção que teve, de resto, o apoio de D. João II: era o primeiro grande hospital português, com uma centena de camas, consulta médica obrigatória, farmácia e enfermagem especializada. Era, também, o primeiro hospital termal em todo o mundo. E ainda hoje existe, apesar das sucessivas «políticas da saúde» com que vários governos nos afligem.”
[…]
Quanto à cultura, a rainha exerceu o seu mecenato durante os quatros reinados em que viveu, protegendo e encomendado obras a vários artistas; mas é impossível não salientar o apoio que deu ao grande Gil Vicente, a quem encomendou vários autos e que ela protegeu de ódios e intrigas causados pela crítica impiedosa que ele fazia aos costumes da corte.” [Página 77/78 e 79]

[João Aguiar. Super portugueses – Biografias Históricas – As personalidades que ajudaram a construir Portugal. Bertrand Editora. Lisboa, 2009]

domingo, 26 de julho de 2009

385.ª Página Caldense

A VIDA DRAMÁTICA DOS REIS DE PORTUGAL
JOSÉ BRANDÃO

D. João II
O Príncipe Perfeito
[...]
"Em 1471, então com 15 anos, desposou D. Leonor, com 12 anos, sua prima e co-irmã, filha do Infante D. Fernando, Duque de Viseu. Da união resultou apenas um filho, D. Afonso, que casou com D. Isabel, filha dos Reis Católicos. D. Leonor de Lencastre destacava-se pela formosura e inteligência e era de temperamento muito diverso do seu real consorte. Linda e faceira, era impressionantemente bondosa. Tinha a fisionomia suavíssima, marcada pelos olhos azuis e cabelos louros, herdados da sua bisavó, D. Filipa de Lencastre". [Pág. 126]

[A Vida Dramática dos Reis de Portugal. José Brandão. Ministérios dos Livros Editores. 1.ª Edição, Setembro de 2008.ISBN 978-989-8107-7]

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

319.ª Página Caldense

O HOSPITAL DAS CALDAS DA RAINHA ATÉ AO ANO DE 1656
FREI JORGE DE SÃO PAULO - TOMO I
O HOSPITAL DAS CALDAS DA RAINHA ATÉ AO ANO DE 1656
FREI JORGE DE SÃO PAULO - TOMO II

O HOSPITAL DAS CALDAS DA RAINHA ATÉ AO ANO DE 1656
FREI JORGE DE SÃO PAULO, TOMO III

"O volume que hoje se publica sobre a história da Rainha D. Leonor e da fundação do Hospital das Caldas, é parte de uma obra notável inédita, cujo manuscrito, ocupando 1132 páginas in-folio, está guardado no cofre do Hospital das Caldas da Rainha. Essa obra, que trata os inúmeros assuntos referentes à história das Caldas, foi escrita por um provedor ilustre do Balneário da Rainha D. Leonor, Frei Jorge de São Paulo". [Palavras Prévias, I Tomo].

[O Hospital das Caldas da Rainha até ao ano de 1656. Autor: Frei Jorge de São Paulo. I Tomo, ano de edição 1967; II e III Tomos, ano de edição 1968. Edição: Academia de Ciências de Lisboa. Apresentação, fixação do texto e notas de Fernando da Silva Correia]

Nota: Hoje em dia, este manuscrito pode ser visto no Museu das Caldas e da Cidade.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

317.ª Página Caldense

DONA LEONOR «Princesa Perfeitissima»
JOÃO AMEAL

"As atenções e os carinhos do Rei para com dona Leonor surgem, a cada passo, nos relatos dos cronistas. Em primeiro lugar, se o Príncipe, durante a jornada africana (mas só casado «por palavras»), se entregou a aventuras amorosas desculpáveis, num moço vigoroso, com dezasseias anos apenas; se mais tarde, cedeu aos encantos de Dona Ana de Mendonça e fêz sofrer por isso dolorosos ciúmes à Princesa - foram meros e fugosos episódios, cujos vestígios se apagam depressa." [Páginas 114 e 115]

[Dona Leonor Princesa Perfeitissima. João Ameal. Colecção: Rainhas e Princesas de Portugal. Livraria Tavares Martins, Porto.1.ª Edição, 1943]

316.ª Página Caldense

BUSTO DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO
(trabalho do escultor Teixeira Lopes)

JOSÉ MALHOA
(Busto de Costa Sobrinho)

RAINHA D. LEONOR
(quadro de José Malhoa)

Em resposta ao amigo Luis Eme, aqui apresentamos as "Três Figuras Caldenses", na opinião de Manoel de Sousa Pinto.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

305.ª Página Caldense

O OBITO DE D. JOÃO II
RICARDO JORGE

"Na apreciação desta luta dramática entre rei e rainha, tem-se parcializado o voto de historiadores, como Braamcamp Freire e Costa Cabral. A justa admiração por D. João II leva-os a amesquinhar a D. Leonor; como que se remontam ao paço desse tempo, tomando partido pelo homem contra a mulher na dissensão domestico-politica. Não será mais justo endereçar a cada um o preito de apreço a que teem jus? - ele como um raro rei, ela como uma rara rainha, deixando ambos uma esteira de acções gloriosas e beneficas em proveito da sociedade portuguesa." [Pág. 40 e 41]

[O Obito de D. João II. Ricardo Jorge. Portugália Editora. 73, Rua do Carmo, 75. Lisboa, 1922.]

sexta-feira, 25 de abril de 2008

279.ª Página Caldense

O COMPROMISSO DA RAINHA

[O Compromisso da Rainha. Exposição realizada na Capela de S. Sebastião. Caldas da Rainha, em Maio / Junho de 1992. Coordenação e Montagem Margarida Gouveia. 1ª Edição Maio de 1992. Tiragem 600 exemplares. Edição: PH - Património Histórico. 63 páginas numeradas + capas. Dimensão: 13,30 x 20,60 cms. ISBN 972-95508-3-2]

quarta-feira, 16 de abril de 2008

276.ª Página Caldense

DONA LEONOR
JOÃO AMEAL
[…]
"Já antes, ainda em vida do marido, a Rainha tomou uma das iniciativas que haviam de consagrar e aureolar o seu nome: a fundação do Hospital das Caldas. Frei Jorge de São Paulo, na sua crónica tão densa, História da Rainha D. Leonor e da fundação do Hospital das Caldas, fornece abundantes pormenores a tal respeito.

Como surgiu essa ideia no espírito da viúva de D. João II ?

Várias são as versões aduzidas para explicá-lo.

Segundo uma delas, a Rainha achou-se quasi paralítica na Quaresma de 1483 em Almeirim, depois de um mau sucesso. Consultados os médicos «a aconselharão se fosse pêra a sua villa de Óbidos tanto que entrasse o tempo quente e tomasse banhos naquellas Agoas Calidas que arrebentavão no termo da mesma Villa». Seguiu o conselho, mandou construir uma espécie de tanque em que se banhou – e, visto ter-se curado, prometeu «a D. e á Sacratissima May … edificar naquelle lugar um magnifico Hospital.»

Segundo outra – comunicada pelo tabelião Francisco de Araújo – «passando a Rainha D. Leonor da Cidade de Coimbra pêra a sua villa de Obidos leza de hum cancro que padecia e fazendo grande calma se tirou das Andas em que vinha e assentava junto a esta fonte de Agoa Calida lavou com ella o seu cancro e milagrozamente sarara e logo ordenara a fabrica deste Hospital…»

A terceira versão, que por todos os motivos se afigura mais verosímil, pois coincide com outros elementos da biografia da Soberana – é a seguinte. Em Julho de 1484, foi Dona Leonor da «sua Villa de Óbidos (era velha tradição ser Óbidos dada em dote às Rainhas portuguesas, e assim, sucedeu, por exemplo, com Dona Isabel de Aragão, mulher de D. Diniz e Dona Leonor Teles, mulher de D. Fernando) ter à Batalha com o Rei, que a esperava para juntos assistirem às exéquias ali celebradas todos os anos por alma de D. Afonso V. Ao atravessar uma zona quási deserta, reparou numa cova onde alguns doentes de aspecto miserável se achavam imersos em água fumegante. Ouça-se o Cronista, que nos descreve a cena com saboroso colorido: - «que fazião aquelles pobres lançados naquella agoa fumoza? Responderão serem doentes de frieldades e que se approveitavão da virtude daquelles banhos para remédio medicinal e salutifero de seus males e neles receberem melhoria, e que muita gente tolhida sarava de todo como tinhão esperimentado; e neste passo dixera a Rainha: «Se o Senhor Deus me der vida os pobres de Christo seu filho terão melhor commodidade em suas curas

Na sua compassiva sensibilidade germinara o projecto de edificar ali um vasto Hospital provido do que fosse necessário para assegurar conforto aos enfermos desprovidos de meios." […] [Páginas 231, 232 e 233]

[Dona Leonor «Princeza Perfeitissima». João Ameal. Livraria Tavares Martins. Porto. 1.ª Edição, 1943. Este livro «D. Leonor» acabou de se imprimir aos 12 de Dezembro de 1942, na Tipografia Sequeira, Ldª., no Porto. ]

segunda-feira, 14 de abril de 2008

274.ª Página Caldense

AS OBRAS DE GIL VICENTE
VOL IV
" O Auto que adiante fe fegue foy reprefentafo à muy caridota & deuota fenhora a Raynha dona Lianor na ygreja das Caldas, na profsicam de Corpus Chrifti fobre a charidade que o béauenturado fam Martinho fez ao pobre quando partio a capa. Era de mil & quinhentos & quatro."

[As Obras de Gil Vicente. Vol. IV. Edição: Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa / Imprensa Nacional - Casa da Moeda. Direcção científica de José Camões. Reprodução em fac-símile da Copilação de todalas obras de Gil Vicente de 1586 e dos folhetos quinhentistas de Barca do Inferno, Inês Pereira, Maria Parda, História de Deos e Ressureição de Cristo, Fé e Festa. Tiragem: 1500 exemplares. 1.ª edição: Dezembro de 2002. ISBN 972-27-1155-5.]

segunda-feira, 7 de abril de 2008

273.º Página Caldense



A RAINHA D. LEONOR 1458-1525
CONDE DE SABUGOSA

[...]
"D. João II, neste momento da existência da nação que governava, era mais do que um guerreiro de Arzila e de Toro, era mais do que um estadista, era um vidente, era um profeta à maneira bíblica, uma espécie de Moisés moderno guiando o seu povo por uma estrada feita de luz e, como o da Bíblia, morrendo antes de chegar à Terra da Promissão.

Por essa estrada que o grande Rei abria, Portugal caminhava para o apogeu da sua glória.

A Rainha, sua mulher, com a lúcida inteligência que lhe iluminava o cérebro, comreeendeu a missão que o destino dera ao marido. Apesar de sentir o coração ainda retalhado pela recordação das tragédias e o ânimo continuamente inquieto pelos perigos que ameaçavam a sua tranquilidade, acompanho-o sempre, seguiu com atenção os seus planos, foi uma poderosa auxiliadora na fulgurante epopeia joanina." [Página 156]

[A Rainha D. Leonor. Conde de Sabugosa. Livraria San Carlos. Lisboa. 2.ª Edição. 1974]

sexta-feira, 28 de março de 2008

270.ª Página Caldense

AS TRÊS LEONORES

"Guache Dr. João Carlos C. Gomes. [Postal edição do Centro Hospitalar de Caldas da Rainha]"
"Estátua de Francisco Franco a levantar nas Caldas da Rainha. O produto da venda desta edição, destina-se ao monumento à Fundadora das Misericódias de Portugal. Ecogravura Lda. Rua da Rosa, 273, Lisboa."
"Rainha D. Leonor de Lencastre. Fundadora das Caldas da Rainha e das Misericódias de Portugal. Quadro de José Malhoa gentilmente oferecido ao povo das Caldas da Rainha. O produto da venda desta edição reverte a favor da edificação do monumento à memória da fundadora das Caldas. Tricromia e impressão de Bertrand (Irmãos) Ltd. Travessa da Condessa do Rio, 27. Lisboa."

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

244.ª Página Caldense


RAINHA D. LEONOR E AS MISERICÓRDIAS

[Rainha D. Leonor e as Misericórdias. Autoria: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Na Crista da Onda nº. 24. Novembro /Dezembro de 1998. Revista Bimestral da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. 300$00. Tiragem: 20 000 exemplares. Dimensões: 19,00 cms x 21,60 cms. 24 Páginas não numeradas + Capas ]

243.ª Página Caldense


CALDAS DE LEONOR 1484 - 1488

[Caldas de Leonor 1484-1488. Evocação Histórica. Núcleo de História Local da Escola Secundária de Raul Proença. Caldas da Rainha. Sem Data (1988?). 1000 exemplares. Dimensões: 20,30 cms x 21,50 cms.]

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

234.ª Página Caldense

A RAINHA D. LEONOR E AS MISERICÓRDIAS


[A Rainha D. Leonor e as Misericórdias. Exposição na Santa Casa da Misericórdia do Porto. Junho do ano de MCMLIX. Composto e Impresso na Tipografia Progrédior, Rua do Bonjardim, 437, Porto. 1500 Exemplares. Dimensão: 16,20 cms x 21,50 cms. ]

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

199.ª Página Caldense / Prémio Pessoa

"O Prémio Pessoa é uma iniciativa conjunta da Unisys e do Expresso, cuja primeira edição data de 1987. É um prémio concedido anualmente à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período - e na sequência de uma actividade anterior - tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país. "

MOCIDADE PORTUGUESA FEMINIA
IRENE FLUNSER PIMENTEL

"Todas as raparigas que se honrem de pertencer à Mocidade Portuguesa Feminina, sabem que esta patriótica instituição escolheu as memórias de duas excelsas mulheres para nelas colher inspiração para as suas prestantes iniciativas. [...]


Não julgo, porém, sacrilégio, que, nos seus momentos de ardorosa e colectiva súplica ao Céu pela felicidade da Pátria e da grei, as filiadas da mocidade portuguesa feminina envolvam os nomes de D. Filipa de Lencastre e de sua bisneta, a Rainha D. Leonor, em fórmulas de prece, como se evocam os dos santos, medianeiros entre nossas aspirações e a divina misericórdia." [Pág.120]

Irene Pimentel - que já nos concedeu a honra da sua visita - foi a personalidade galardoada com o Prémio Pessoa 2007

[Mocidade Portuguesa Feminina. Irene Flunser Pimentel. A Esfera do Livros. 1.ª Edição, Novembro de 2007. ISBN 978-989-626-081-1]